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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Cadela perdida que seria morta na França reencontra dono na Inglaterra

Poppy foi encontrada vagando pelas ruas de Toulouse; dono foi localizado graças a campanha na internet e nos jornais.

Fonte: BBC

A cadela Poppy. 
A cadela Poppy. (Foto: DogLost)
Uma cadela perdida que corria risco de ser sacrificada na França será reunida com seu dono, identificado graças a uma campanha lançada nos dois lados do Canal da Mancha.
O dono, que vive na França, mas se encontra, faz alguns meses, em Bristol, no oeste da Inglaterra, só ficou sabendo do sumiço de sua cadela - que ele tinha deixado sob o cuidados de amigos, pelos jornais.
Poppy, uma patterdale terrier, tinha sido encontrada vagando pelas ruas de Toulouse, em julho passado.
A cadela usava um microchip desde 2002, que tinha sido colocado em Bristol. Mas seu dono nunca atualizou os dados com seu novo endereço, na França, para onde se mudou há sete anos.
A cadela foi encontrada com coleira e bem cuidada e levada para a Sociedade Protetora dos Animais local, onde tentaram contatar o veterinário que havia colocado o chip, mas este não tinha o contato de seu proprietário.
A organização DogLost, um banco de dados online que busca localizar cães perdidos, lançou uma campanha para rastrear o dono do animal, divulgando a foto da cadela, que corria o risco de ser sacrificada na França.

De Bristol a Toulouse
O dono de Poppy, identificado apenas como Barton, vive em Toulouse na França, mas tinha voltado à Grã-Bretanha para cuidar de seu pai, que está doente.
Ele tem viajado ente os dois países e deixou Poppy ao cuidado de um amigo, em Toulouse.
Segundo o DogLost, o amigo do dono não quis contar a ele que a cadela havia fugido, para não aumentar seu estresse.
A campanha lançada pelo DogLost para encontrar o dono de Poppy foi parar nos jornais, que publicaram uma foto da cadela.
Uma amiga da filha de Barton viu a foto em um jornal britânico e ligou para ela que, por sua vez, avisou seu pai.
Esta foi a primeira vez que ele soube que a cadela havia fugido, de acordo com o site criado para encontrá-lo.
"Foi realmente impressionante que tenhamos conseguido encontrar o dono da Poppy", disse Lynn Headford.
"Achei que poderia ser impossível, que o dono poderia estar em qualquer lugar, mas poucos dias depois de lançarmos a busca e ela aparecer nos jornais, foi uma loucura."
O site afirma ter recebido dezenas de ligações diárias sobre o paradeiro do possível dono de Poppy, e que a busca acabou envolvendo vários sites de relacionamento social.
Lynn Headford afirmou que dono e cadela vão se reunir na França.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Lontra e cadela mantêm amizade inusitada na Inglaterra

Amizade ajudou na recuperação da lontra 'Garaint'.
Pauline Kidner criou fundação que cuida de lontras órfãs.

A britânica Pauline Kidner, de 60 anos, que mantém uma fundação de reabilitação de lontras em Highbridge, na Inglaterra, ficou surpresa após uma lontra órfã, que está sendo treinada para voltar à natureza, ter feito amizade com a cadela "Mollie". Para Pauline, a amizade inusitada foi crucial para a recuperação da lontra chamada "Garaint" .
Cadela 'Mollie' e lontra 'Garaint' fizeram amizade inusitada. 
Cadela 'Mollie' e lontra 'Garaint' fizeram amizade inusitada. (Foto: Nick Obank/Barcroft Media/Getty Images)
Britânica Pauline Kidner com lontra 'Garaint' e acadela 'Mollie'. 
Britânica Pauline Kidner com lontra 'Garaint' e acadela 'Mollie'. (Foto: Nick Obank/Barcroft Media/Getty Images)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O labrador é o cachorro ideal para você?

O grande problema é que muitas pessoas olham para uma raça, acham bonita e compram o cão, sem ter um mínimo de informações sobre o padrão de cada raça. Como se não bastasse, têm-se também maus criadores que estão preocupados em vender e fazer dinheiro com os cães que colocam no mundo, que não dão um mínimo de esclarecimento para o comprador, algumas vezes até mentem para estes, que muitas vezes acabam se desfazendo do cão por acharem que o mesmo não é de raça ou traz algumas anomalias por não ser um cachorro de pais com saúde ideal para procriação.
Necessidades de um labrador: companhia, companhia e companhia. O labrador é um cão que não pode ficar sozinho, um cão destes esquecido no fundo de um pátio, se tornará extremamente destrutivo e inconveniente, por ser um animal muito inteligente, vai fazer de tudo para chamar a atenção, nem que seja para levar uma bronca. A companhia de outros cães pode ser uma alternativa, mas não substitui a companhia humana.
Em apartamentos a situação se torna mais complicada, o labrador têm muita energia e o pouco espaço, facilita para que no mínimo sejam feitos dois passeios diários. Isto pode ser muito legal nos primeiros tempos, mas lembre-se que estes cães vivem mais de dez anos e isto inclui passeio em dias de chuva, frio, ou melhor, estes passeios deverão se tornar parte da rotina de seus donos. Caso a pessoa passe o dia em casa, ou tenham mais pessoas na casa que possam se revezar na companhia do cão será ótimo.
Caso contrario este cão deverá ser acostumado com muitos brinquedos, e de tal modo, que receberá atenção a partir do momento que seu dono chegar em casa. Finais de semana para estas pessoas deverão ser sinônimo de passeios ao ar livre com o cão, parques, praia, sítio, etc.
No caso de uma casa, ele necessita de um pátio fechado, pois sendo muito amigável com todos, qualquer pessoa que passe pela rua e o chame, este irá provavelmente acompanhar a pessoa abanando o rabo, mesmo sem te-la visto antes. Tendo um pátio fechado o cão saberá que ali é seu território e dará sinal quando algum estranho se aproximar, mas jamais atacará.
Para pessoas que passem a maior parte de seu tempo fora de casa, talvez a aquisição de um cão adulto seja muito mais fácil. Um filhote precisa de muito mais tempo para ser educado e muito mais companhia para a sua socialização. Algumas pessoas tem receio a cães adultos, mas estes já podem vir para nossas casas educados, e sendo extremamente adaptáveis, se tornarão tão bons companheiros quantos os outros criados desde a infância.
O cão da raça labrador necessita de uma ração balanceada, pois eles têm uma propensão a uma doença chamada displasia coxo-femural, que é agravada com ração de alto índice de proteína, o que pode ocasionar também a obesidade. Consultas veterinárias regulares e vacinas anuais são necessárias como em um cão de qualquer raça para manter a saúde e o   bem estar do seu cão, por isso pense bem antes de comprar um cãozinho pois ele pode viver mais de 13 anos e se tornar um grande companheiro e amigo seu...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Americanos elegem os melhores carros para cães

Carsale – A compra de um automóvel é baseada em diversos fatores como preço, custo-benefício, design, desempenho, entre vários outros aspectos. Existem até pessoas que levam em consideração o conforto e a segurança de seus cães antes de escolher um carro zero-quilômetro. Pensando nisso, a American Automobile Association realizou centenas de testes em vários tipos de veículos e elaborou uma lista com os melhores carros de passeio voltados para o transporte de cães e seus donos. Os automóveis avaliados passaram por testes de colisão, economia de combustível, facilidade de acesso para os bichinhos, medição do volume da área de carga, forma de limpeza e disponibilidade de ganchos ou locais para amarrar os animais.
O resultado deste trabalho deu origem a uma lista com seis categorias de automóveis, que atendem os mais variados estilos de motoristas e cães. Na categoria luxo, os indicados foram a perua BMW Série 3 e o utilitário esportivo Volvo XC60. Para pessoas que se enquadram em um estilo de vida ‘mais ativo’, os recomendados são os utilitários Subaru Forester e o Hyundai Santa Fe. Já para os que carregam além dos cães, crianças e tudo o que tiver direito, as melhores opções, segundo a pesquisa, são os utilitários Honda Element e Toyota Venza.
Classificados como eficientes e divertidos, o esportivo Mazda3, de cinco portas, e a perua MINI Clubman também entraram para o ranking. E se além de dar uma volta com o seu cão, você também se preocupa com a questão ambiental, o utilitário Ford Escape híbrido é o mais apropriado. Por fim, entre os mais econômicos, foram citados o crossover Kia Soul e o compacto Nissan Cube.


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Cães-guia ajudam deficientes visuais a ter liberdade

É preciso cuidado para não dispersar a atenção do cão. Brincar com o animal, só se estiver sem a guia.Cães-guia estão se tornando comuns, mas as cidades brasileiras ainda precisam se acostumar com eles, nos meios de transporte, nas ruas. É que os cães são lindos e dóceis. Mas estão trabalhando. A distração deles pode atrapalhar quem conta com essa ajuda para coisas tão simples quanto pegar uma escada rolante.
 

Mais do que um amigo fiel. Há seis meses, Bésher é o companheiro atento da assessora jurídica Daniela Ferrari Kovacs em todas as horas. Na estação de metrô, o barulho não distrai o cão-guia. Ele entra com Daniela, indica um lugar para ela sentar.

Para obedecer aos comandos de Daniela, entender exatamente o que ela quer fazer, o cão passa por um treinamento que dura em média cinco meses. Ele aprende a interagir com o portador de deficiência e, principalmente, como guiar com segurança.

É uma relação de confiança construída depois das aulas de um instrutor. Com o tempo, a sintonia entre cão e portador de deficiência aumenta.

“Com certeza. Acho que até por conta dessa questão de autonomia e independência que aumenta, você tem uma vontade de quebrar barreiras, de andar sozinha. Acho que acaba perdendo o medo também”, diz a assessora jurídica Daniela Ferrari Kovacs.

Mais liberdade até para interagir com as pessoas.

“A bengala faz parte do mundo da deficiência visual, o cão faz parte do mundo de todo mundo, então até mesmo para eu chegar para uma pessoa com deficiência visual e iniciar uma conversa, eu sempre tenho um motivo mais comum”, comenta o treinador e instrutor de cão-guia Moisés Vieira Júnior.

Por onde passam, eles mexem com a curiosidade de muita gente. Na tentativa de ser útil, às vezes as pessoas acabam atrapalhando. A estatística Kátia Marques e o advogado Genival Santos sabem o que é isso. Eles são namorados e cada um tem um cão-guia.

“Você está subindo no ônibus. O ônibus está com a porta aberta e a pessoa pega no seu braço. Você segurando o cachorro, é extremamente perigoso”, exemplifica Kátia Marques.

“Tem que deixar o deficiente falar com o cachorro. Não pode chegar e fazer carinho no cachorro, ele não pode ficar fazendo sinal para o cachorro perder o foco. O foco do cão é guiar o deficiente”, explica Genival Santos.
Para eles, a ajuda das pessoas é bem-vinda, mas pergunte antes se é preciso. Mexer com o cão, só quando ele estiver sem a guia. Aí terminou o trabalho. É hora de descanso e brincadeira. Nada mais justo, depois de tanta dedicação.
 
“Ele é o meu anjo da guarda. A melhor coisa do mundo”, elogia Daniela Ferrari Kovacs.

Uma lei federal de junho de 2005 garante aos portadores de deficiência visual o direito de entrar com cães-guia em lugares públicos e privados de uso coletivo. Os portadores acompanhados de cão-guia também podem utilizar qualquer tipo de transporte público.

Fonte: G1