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quinta-feira, 31 de março de 2011

Estudo da inteligência da raça Labrador:

Cães inteligentes

O psicólogo Howaed Gardner, da Universidade de Harvard, considera a inteligência como uma coleção de habilidades mentais primárias, cada uma delas uma dimensão separada da inteligência múltipla. Seguindo o racíocinio de Gardner para o mundo canino, também é possível determinar diversas dimensões de inteligência canina. Para o psicólogo Stanley Coren, professor de psicologia da Universidade de British Columbia, treinador e especialista em comportamento canino, cães demonstram instintivamente múltiplas inteligências em diversas situações como:

Inteligência espacial: o cão compreende a organização do mundo que o cerca. Saber onde fica a sua guia, o pote de biscoitos e sua cama são demosntrações típicas.

Inteligência de coordenação motora: o cão é capaz de se mover e coordenar seus movimentos com destreza, como nos esportes onde o animal precisa saltar em altura e largura, equilibrar-se sobre uma gangorra, executar um slalom ou participar de concursos de dança com coreografia e tudo!

Inteligência intrapessoal: o cão conhece a si mesmo, suas capacidades e limitações. Um cão que se recusa a pular uma cerca que seja muito alta demonstra conhecimento sobre suas capacidades.

Inteligência interpessoal: o cão se reconhece como criatura social. É evidenciada em cães que interagem com outros e assumem função de líder ou outras dentro da matilha, bem como cães que tentam se comunicar com seus donos.

Inteligência musical: o cão é capaz de reconhecer fatores musicais, como harmonia e tom. A vocalização de sensações, como uivados, seria uma forma de manisfestação desse tipo de inteligência, que tem mais a ver com um membro da matilha dizendo "estou aqui" ou respondendo a um estímlulo do que propiamente um "cão cantor".

Inteligência lógica: cães são capazes de resolver problemas e aplicar estratégias racionais quando se deparam com novas situações. Quando se colocam dois pedaços de carne no chão, independente do tamanho delas, o cão abocanhará primeiro a que estiver mais perto - ele corre menos risco de perdê-la. Se ambas estiverem à mesma distância, ele pegará a maior.

Inteligência línguística: cães são capazes de se comunicar, uma vez que são animais sociais. Na natureza, é possível observar cães selvagens e lobos se organizarem para caçar, administrar posições sociais e divisão de tarefas, o que sugere um sistema de comunicação complexo. Além disso, cães são capazes de entender palavras asssociadas ou não a comandos. Desde os tempos mais remotos, a ligação entre o homem e o cão se deu pelo fato dos cães exercerem funções para nós, desde ajuda fisica até apoio psicológico. Alguns dos trabalhos dos cães são a guarda de propiedades e pesoas, caça, pastoreio, tração, busca de objetos, pessoas ou substâncias, salvamento, auxílio a deficientes e terapia com idosos, doentes e deficientes mentais. Alguns deles (como a caça e faro) refletem o instinto natural dos cães. Outras, como guiar deficientes visuais, requer um treinamento intenso.

O gráfico acima é o resultado de um estudo realizado por Benjamin L. Hart e Lynette A. Hart, veterinários e Phd's em comportamento animal.




terça-feira, 29 de março de 2011

Labrador retriever amarelo

Quem é o dog culpado?


Guilty Dog - Watch more Funny Videos

quarta-feira, 23 de março de 2011

Bombeiro salva cachorro com respiração boca-a-boca

Mike Dunn e o cachorro Sunny
Bombeiro se tornou herói em cidade britânica após salvar cachorro
Uma cadela foi ressuscitada com respiração boca-a-boca por um bombeiro após ser resgatada de um incêndio na cidade de Hull, em Yorshire, oeste da Grã-bretanha.
Os donos da vira-lata Sunny, Beryl e Ken Honeyball, estavam fora de casa quando um incêndio acidental atingiu a construção.
A cachorra desmaiou intoxicada pela fumaça antes que os bombeiros pudessem resgatá-la.
No entanto, os bombeiros revelaram que um dos oficiais, Mike Dunn, passou meia hora tentando reavivar o animal de estimação após o resgate.
"Entregaram-me o cachorro do lado de fora da casa. Ela não dava sinais de vida, respirava a cada dez segundos. Achei que tinha morrido por causa da fumaça."
"Eu fiz respirações boca-a-boca e coloquei uma máscara de oxigênio nela por 30 minutos", disse Dunn.
Segundo a imprensa local, Dunn disse que nunca tinha ouvido falar do procedimento em animais, mas que decidiu tentar durante o salvamento.
Ele teria dito ainda que já é alvo de piadas dos colegas por causa da situação inusitada.
Quando Sunny, que tem oito anos, acordou, foi deixada sob o cuidado de vizinhos até que seus donos chegassem.
`Herói´
Depois do incêndio, o bombeiro pediu para ser informado sobre a saúde de Sunny.
"Eu também amo cachorros, tenho um boxer de 8 anos. Estou aliviado porque ela sobreviveu", disse.
Beryl Honeyball, uma aposentada de 71 anos, disse que Mick Dunn é "um herói".
"Deveriam ter dado a ele uma medalha pelo que fez", disse.
O casal Honeyball foi informado sobre o incêndio pelos vizinhos.
"Uma casa é só uma casa, mas não substituiríamos Sunny. Ela fez muita diferença em nossas vidas", disse a mulher.
Segundo os donos, a causa provável do incêndio foi um curto circuito na fiação elétrica da casa.
Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 14 de março de 2011

Labrador vira guia de cão e dono cegos

Cão Edward teve glaucoma e ficou cego; Opal agora guia Edward e o dono, Graham Waspe.

Um britânico cego e seu cachorro, também cego, estão sendo ajudados por outro cão guia. Graham Waspe, da cidade de Suffolk, tinha o cão Edward como seu guia por vários anos até descobrir que o cachorro também estava perdendo a visão.
Waspe afirmou que não é possível explicar para um cão guia que ele deverá ter seus olhos removidos devido ao glaucoma que não podia ser operado.
A mulher de Waspe, Sandra, esperava que o glaucoma não atingisse o outro olho, mas a doença foi muito rápida e, quando eles souberam que Edward perderia a visão, choraram muito.
Mas, para a surpresa do casal, o labrador encarou bem a situação, com a ajuda do novo cão guia, Opal.


 
Waspe afirmou que Opal e Edward ficaram amigos e se dão muito bem e Opal até cuida de Edward. Quando os dois saem para passear, caminham juntos. Sandra Waspe afirma que Edward não se preocupou com a presença de Opal e nem com o glaucoma.
Graham Waspe, que perdeu a visão em um olho e enxerga pouco com o outro, disse também que não queria desistir de Edward e promete que vai cuidar do antigo cão guia até o fim.
Os donos dos cães-guia se perguntaram se Edward seria feliz de novo, mesmo sem poder enxergar. O rabo abanando não poderia ser uma resposta melhor à dúvida do casal. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

LABRADOR X GOLDEN - DIFERENÇAS DE TEMPERAMENTO

Quatro criadores experientes ouvidos por Cães & Cia e o comportamentalista Daniel Tortora, no livro "The Right Dog for You", deram de 1 a 5 pontos para 20 características do Labrador e do Golden (5 = muito alto, 4 = alto, 3 = médio, 2 = baixo e 1 = muito baixo).
 
Labrador retriever

Golden retriever


Golden Labrador
Empates

Capacidade de Aprendizado
 5,0
5,0
Resistência durante a atividade física
 4,8
4,8
Obediência
 4,2
4,2
Estabilidade Emocional
 4,0
4,0
Potencial como cão de alarme
 3,8
3,8
Habilidade para resolver problema
 3,6
3,6
Sociabilidade com gatos e outros bichos
 3,2
3,2
Mais forte no Labrador
Interação com crianças
 4,6
4,8
Sociabilidade com outros cães
 4,2
4,5
Grau de atividade fora de casa
 3,8
4,4
Grau de atividade dentro de casa
 3,4
3,6
Dominância com cães estranhos
 2,0
3,0
Territorialidade
 1,8
2,8
Dominância com as pessoas da família
 1,8
2,6
Potencial como cão de guarda
 2,0
2,4
Mais forte no Golden
Interação com o dono
 5,0
4,2
Sociabilidade com visitas estranhas
 5,0
4,0
Sociabilidade com a família
 4,6
4,2
Receptividade a pessoas estranhas
 4,6
4,4
Interação com outras pessoas da casa
 4,5
3,8
Características Físicas
Altura (FCI) Macho
 56 a 61 cm
56 a 57 cm
Altura (FCI) Fêmea
 51 a 56 cm
54 a 56 cm
Peso (estimativa)
 25 a 35 Kg
25 a 35 Kg
Cores (FCI)
 Dourado ou Creme
Amarelo, Preto ou Chocolate
Deste modo como foi mostrado na tabela acima, ambas as raças se caracterizam pelo alto grau de sociabilidade com seus donos e visitantes, sendo na verdade a grande diferença a questão da manutenção, que evidentemente é menos trabalhosa na Raça Retriever do Labrador, que por ter pelo curto requer menor cuidado com sua pelagem, e tem menos disposição a Hot Spots.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais está a salvo! Nossos animais continuam com amparo na lei contra maus tratos

O pesadelo de cidadãos protetores dos direitos dos animais de todo o Brasil acabou: o Projeto de Lei federal nº 4548/98 de autoria de  José Tomás Nonô (guardem bem esse nome para nunca o apoiarem) que visava retirar o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9605/98), artigo este que protege os animais domésticos de maus tratos, foi arquivado dia 31/01/2011.
O objetivo alegado de tal PL era liberar as crueldades praticadas em rodeios, vaquejadas, farras do boi, rituais religiosos / uso de animais para oferendas através de sacrificios sanguinários etc, sob alegação de que tais práticas representam tradições, cultura popular, gerando emprego e diversão ao povo brasileiro.
Conheça a trajetória desse PL que alardeou os defensores dos animais de todo Brasil:


Envie sua mensagem de agradecimento aos nossos representantes, mostrando-lhes que seus eleitores vêm acompanhando a atenção que eles dão à questão ambiental, em toda sua amplitude:

Thanks,
Uilliam

MEU CÃO É NORMAL?


Essa é a pergunta que todo o dono de cão se faz, no momento em que o cão começa a ter um comportamento estranho. O problema é que o que parece estranho para nós (humanos) pode ser absolutamente normal no reino animal, ou mais especificamente no mundo canino. Tudo é uma questão de saber o que leva um cão a ter um determinado comportamento, ou o que ele significa dentro desse universo.
Selecionamos aqui as perguntas mais freqüentes dos internautas, ou melhor dizendo, os comportamentos esquisitos mais comuns entre os nossos cães. 

1) Meu cão tem algum distúrbio de sexualidade?
Machos que montam em outros machos como se estivessem cruzando; Fêmeas que montam em machos e até mesmo em outras fêmeas; Cães (de ambos os sexos) que montam nas pernas dos donos e/ou das visitas; Cães (de ambos os sexos) que montam em “braços” de sofás; em bichinhos de pelúcia, etc. Isto é normal? Esse comportamento vai melhorar se ele(a) cruzar?
Essa imagem de um cão montando no outro nos trás sempre a idéia de algo relacionado à sexualidade, porém nem sempre é isso que esse gesto significa.
Quando um cão monta no outro, ele está mostrando sua liderança. O cão que monta é o líder. Sempre que temos muitos cães juntos, seja momentaneamente ou num estado permanente, temos a necessidade que esse grupo se organize hierarquicamente. Para isso teremos o chefe e os subordinados. Os cães que “se candidatam” a essa liderança começam a montar nos outros, deixando clara a sua superioridade. Já aqueles que não aceitam a liderança desse ou daquele cão, não permitirão que esses lhe subam às costas.
Ou seja: montar significa dominância!
Existem cães que têm esse mesmo comportamento com humanos. Seja com seus donos, ou com as visitas que chegam à casa, estes cães adoram montar nas pernas alheias. Normalmente o dono acredita que seu cão esteja se masturbando, nesse até mesmo nos casos em que o cão ainda não teve desenvolvimento sexual. Mais uma vez estamos falando de um problema de dominância, e não de sexualidade. O cão que monta no dono está mostrando a este dono que quem manda na matilha é ele cão. O problema é que raramente este dono entende o recado corretamente, e lida com a situação como se fosse só um comportamento desagradável do cão.
O que fazer quando o cão se comporta assim?
A grande maioria dos donos reprime este comportamento de forma bastante indiscriminada. No entanto, é importante saber quando reprimir. Este gesto entre os cães é normal, e ajuda um grupo a se organizar, portanto a não ser que o ambiente esteja muito agressivo, e que isso possa gerar uma guerra, deixe que eles se entendam. Se, no entanto, o cão monta num humano ou num objeto da casa, reprima! Cães muito dominantes devem ser educados para aceitar o dono como líder da matilha. 

2) Porque meu cão não me obedece?
Existem algumas razões para que um cão não obedeça ao dono: o dono não se impôs como líder; o dono não soube fazer com que o cão associasse o ato de obedecer a alguma coisa agradável; não ficou claro para o cão o que seu dono quer dele. Em outras palavras, o dono e o cão “não estão falando a mesma língua”, eles não se entendem.
Para resolver este problema é preciso mudar a relação deste dono com o cão de forma a que fique a melhor possível: o dono manda e o cão obedece. Leia os artigos que tratam de liderança “A Importância da Liderança” e “Quem é o Chefe?” para entender um pouco melhor como essa nova relação com o seu cão deve se estabelecer. Leia também os artigos sobre adestramento virtual, onde está bem explicado como ensinar comandos aos cães. Comece com um comando só (o VEM, por exemplo). Trabalhando um pouquinho todo dia, as coisas irão melhorar bastante.

3) Por que o meu cão puxa as roupas do varal?
Essa é uma das brincadeiras que os filhotes mais gostam. É uma tentação e tanto ver uma roupa balançando ao vento sem tentar pegá-la. Na verdade esse tipo de brincadeira treina o filhote para a caça. O cão domesticado, mesmo que tenha refeições regulares, irá desenvolver suas habilidades para a caça da mesma forma que seus irmãos selvagens. Tentar pegar as roupas voando precisa de um bom treino: é preciso dar o bote na hora certa, e no tempo certo, senão perdemos a “caça”.
Como resolver?
Pegue um pano velho (que possa ir parar na boca de seu cão) e amarre na ponta dele uma linha. Na outra ponta dessa linha prenda algumas latas de refrigerante VAZIAS. Coloque o pano no varal de forma que as latas fiquem escondidas. Quando ele puxar o pano, as latas cairão fazendo um grande barulho, assustando-o. Isso fará com que ele tenha medo de puxar outra roupa.

4 - Meu cão tem algum desvio de comportamento?
Cães que matam o coelho da casa, o passarinho, o hamster, etc. Será que meu cão é muito agressivo? É louco? Assassino? Se ele tem comida à vontade, matar para que?
Apesar dos cães viverem com os humanos há muitos séculos, há certas características de sua vida selvagem que não se perderam. Cães são animais caçadores, e quando são filhotes é absolutamente normal que eles cacem. Pássaros e roedores são presas naturais de um cão. Para ele não existe diferença entre um passarinho qualquer, e aquele que morava em sua casa: todos são presas para ele. Não há maldade alguma nisso! É instinto! Isso nada tem a ver com qualquer desvio de comportamento. Faz parte do amadurecimento de todo cão aprender a caçar.
Como lidar com este comportamento?
Este comportamento é normal, e como tal deve ser encarado. O que podemos fazer é evitar ter coelhos, e outros roedores, como bicho de estimação. Na primeira oportunidade, o cão caçará. É inevitável! Quanto aos pássaros, devemos evitar, também, os que não ficam em gaiolas.

5) Meu cão sai na rua, late para todo mundo, e para todos os cães. Isso é normal?
Isto é o caso típico do cão que não foi socializado. Ou seja: o cão que não foi acostumado a sair na rua; lidar com outros cães; e lidar com outros humanos que não os seus donos.

6) Porque meu cão adora mexer no lixo, se ele tem sempre comida. Será que ele tem fome?
Grande parte da dieta dos canídeos é de carniça. Mexer na lata de lixo é como pegar uma velha carcaça na floresta. Em outras palavras: para nossos cães, o lixo doméstico ainda contém muito alimento para ele. É quase um banquete!
Como resolver?
Comprando uma lata de lixo que seu cão não consiga abrir.

7) Meu cão está comendo cocô. Isto é normal?
Nem todo cão come cocô, mas isto é bastante comum. Isto é chamado de coprofagia.

8) Como um cão mais velho aceitará um novo cão na casa?
Tenho um cão de 4 anos, e ganhei um filhotinho. Será que meu cão mais velho vai aceita-lo? Como fazer para que eles se dêem bem? Será que ele pode bater no pequeno? Ele pode matá-lo?
Cães são animais que vivem em bando. O normal é eles aceirarem a chegada de outros membros na matilha. No entanto, nós precisamos deixar que eles se entendam sozinhos. Agir corretamente é fundamental para que essa relação entre os cães dê certo.

9) Meu cão não levanta a patinha para fazer xixi. Isto é normal?
Os filhotes machos não nascem “levantando a perninha” para fazer xixi. Enquanto não amadurecem sexualmente, os machinhos fazem xixi da mesma forma que as fêmeas: se agachando. Existem alguns machinhos que realmente demoram mais que os outros para começarem a levantar a perna, mas até atingirem a idade adulta eles aprenderão.

10) Meu cão gosta de lamber as paredes. Ele é maluco?
Isso não é maluquice. Isso pode, inclusive, mostrar certas deficiências de alimentação do seu cão. 
Fonte: Maíce Costa Carvalho, adestradora

quarta-feira, 9 de março de 2011

Obesidade e estresse aumentam em cães

Segundo pesquisa realizada na Grã Bretanha, cães estão ficando cada vez mais estressados e gordos.

As mudanças na rotina de vida canina estão entre as causas dos problemas. Fenômeno atribuído à falta de exercício e uma dieta exagerada e desequilibrada.
Um quarto dos cães sofre de estresse, depressão e hiperatividade, pois as grandes metrópoles estão crescendo na vertical tornando nossos fiéis amigos mais sedentários.
Outro fator, ocasionado pelos tempos modernos, tendo em vista que a grande maioria dos homens e mulheres trabalham, e, com isso, os cães ficam sozinhos gastando menos energia e, assim, perdem poucas calorias. Muita às vezes esta realidade mexe até com o comportamento emocional do cão.
O ideal é levar o cachorro para passear, no mínimo, por uma vez ao dia.
Atualmente, existe uma nova profissão no cenário pet, são os dogwalkers ou dog-sitters, mais conhecidos como passeadores de cachorros. Estes profissionais vão até a sua residência, retiram seu cão, levando – o a ter um momento de lazer, caminhando com ele por um período médio de 40 minutos, respeitando os limites e a idade de cada animal.  O preço pode variar de acordo com cada profissional.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

7 receitas caseiras para tratar seu cachorro


 Os remédios naturais podem acabar com diversos tipos de problemas nos cães, como por exemplo: alergia, pulgas, resfriados, ansiedade etc… Abaixo algumas dicas:

1 – Pulgas: chá de arruda
para repelir pulgas do seu cachorro, pingar uma gota de chá de arruda na pele do mesmo. 1. Sarna Remédio natural: melão amargo (ou melão-de-são-caetano) É necessário fazer o tratamento por três semanas. Dê um banho normal no cachorro semanalmente, secando com toalha e secador. Posteriormente, aplique o suco puro do melão. Deixe agir por 10 minutos (atenção!: o cachorro não pode lamber, é tóxico!), enxágue bem e seque.

2. Aumente a imunidade do seu cachorro Remédio natural: aveia
Se ele estiver adoentado, misture na ração entre 1 e 2 col. (café, chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do cachorro). Mas atenção, a aveia poderá ocasionar diarréia no cão! Nesse caso, use o chá das folhas.

3. Acabe com cólicas e desintoxique seu cachorro Remédio natural: água de arroz e chá de erva-doce
A água de arroz ajuda a desintoxicar e o chá alivia cólicas. Lave arroz cru (use de cada vez um copo de água para cada ½ xícara de arroz comum) e separe a terceira passagem da água. Coloque numa seringa sem agulha e dê um pouquinho do líquido várias vezes ao dia. Intercale o remedinho com chá de erva-doce, que alivia as cólicas.

4. Para acalmar cachorros que ficam sozinhos Remédio natural: folhas de maracujá (passiflora)
Numa panela sem tampa, ferva por 10 minutos de 3 a 5 g de folhas de maracujá em 250 ml de água. Quando esfriar, misture esse chá na água que o animal bebe.

5. Espantar parasitas, como pulgas e carrapatos Remédio natural: arruda
Primeiramente, prepare uma infusão com 20g de folhas de arruda em 1 litro de água quente (sem ferver) e use como a última água de enxágue. Deixe secar naturalmente. Galhos da erva-de-santa-maria sob a cama deles agem como repelente.

6. Cicatrização mais rápida para pequenos machucados Remédio natural: couve Coloque uma folha de couve macerada
Coloque uma folha de couve macerada sobre o ferimento. Mas, se ele insistir em comer o curativo, use o plano B: deixe a couve pra lá e misture 1 parte de tintura de calêndula em 2 partes de água fervida e filtrada e passe no machucado de três a quatro vezes ao dia.

7. Aliviar sintomas de gripes, resfriados e tosses Remédio natural: guaco

O veterinário já deu o diagnóstico? Então prepare o xarope: ferva 6 folhas picadas de guaco em ½ litro de água, coe, misture o suco de 1 limão e adoce com 3 col. (sopa) de mel puro. Dê 1 col. (de chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do bicho), de três a quatro vezes ao dia. Fonte: Elizabeth Estevão, médica veterinária, mestre em homeopatia e professora dos cursos de homeopatia e fitoterapia da Facis-Ibehe.
Fonte: Elizabeth Estevão, médica veterinária, mestre em homeopatia e professora dos cursos de homeopatia e fitoterapia da Facis-Ibehe.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Labrador é o cachorro preferido dos Americanos

Pelo 20º ano consecutivo, raça lidera preferência entre os criadores do país

Labrador

O labrador retriever foi eleito o melhor cão nos Estados Unidos pelo 20º ano consecutivo pela American Kennel Club (AKC), seguido do pastor alemão e o yorkshire em terceiro lugar.
O beagle, uma raça de origem europeia que durante séculos foi considerada a preferida pela monarquia britânica, aparece em quarto no ranking, e o golden retriever, em quinto, segundo o site da associação. Entre as surpresas deste ano está o bulldog, que subiu para sexto lugar, o mais alto em um século.
O boxer, o dachshund (raça popularmente conhecida como "salsichinha"), o poodle e o pequenino shih-tzu, originário da China, completam os dez primeiros postos da lista.
A classificação se baseia no número de inscrições para cada uma das raças na AKC.
A organização destacou em comunicado que os americanos preferem cada vez mais cachorros de porte grande, como o dinamarquês, que subiu de 28º para 17º lugar, e o mastiff, usado ao longo da história como cão de guarda e que está agora em 28º, 11 posições à frente que na lista anterior.
(com Agência EFE)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Avanço no tratamento de câncer em cães

Depois de um desenvolvimento significativo da medicina veterinária canina e principalmente dos meios de investigação (scanner, ecografia), os conhecimentos em oncologia animal progrediram muito para chegarem a um grau equivalente ao da medicina humana. Particularmente, do ponto de vista anatomopatológico, as técnicas de diagnósticos se afinaram e o laboratório é capaz de definir o caráter histológico preciso de um tumor e o seu grau de agressividade (“grading”) o que permite adaptar a escolha das terapias e principalmente dar um prognóstico ao problema.
Segundo a medicina veterinária, a idade média do aparecimento do câncer no cão é entre os 6 a 10 anos, na maioria das vezes, são as fêmeas que manifestam esta patologia, o que se explica facilmente pela importância muito grande dos tumores mamários na cadela, tendo em vista que são os tumores mais fáceis de operar.
De acordo com a SOBRACI – Sociedade Brasileira de Cinofilia – as raças mais predispostas ao câncer, são os Poodle, Pastor Alemão, Bóxer, Cocker, Teckel e, em seguida, os Spaniel Bretão, Setter, Yorkshire e Fox Terrier.
No que diz respeito ao tipo de tumor, os tumores mamários são amplamente predominantes, depois vêm os tumores cutâneos, os tumores dos tecidos mesenquimatosos e por fim os tumores do aparelho genital masculino, da boca e do sistema hemolinfopoiético.
“Algumas raças são predispostas a determinados tipos de tumores, é o caso das raças dolicocéfalas (predisposição aos tumores das cavidades nasais), das raças de grande porte (predisposição aos tumores do esqueleto), dos Bóxers (predisposição aos tumores cutâneos) e dos Chow-Chow e Scottish Terrier, predispostas aos tumores da cavidade bucal de tipo melanoma”, informa Eduardo Freire, cinófilo e superintendente da SOBRACI.
A identificação do câncer pode ser muito fácil (este é o caso quando se está diante de um tumor cutâneo bem visível) ou necessitar de exames complementares sofisticados quando o processo tumoral não é identificado imediatamente.
De qualquer forma, diante de qualquer processo canceroso, convém: localizar o processo tumoral, realizar um balanço de extensão do câncer e identificar a natureza histológica do tumor e o seu grau de agressividade, a fim de propor um tratamento perfeitamente adaptado e principalmente um prognóstico permitindo quantificar-se possível a esperança de vida do cão.
Deve-se pensar em câncer diante do aparecimento de lesões ou de massas cutâneas que evoluem rapidamente, sintomas gerais que resistem a terapeuta clássica (vômitos, diarréias), um emagrecimento rápido sem razão aparente ou assim que se observam modificações de forma ou de tamanho de determinadas estruturas.
Em função dos sintomas observados, o veterinário vai se orientar para um certo tipo de investigação (radiografias pulmonares, em caso de anomalias respiratórias, ecografia abdominal quando de palpações de uma massa abdominal, coleta de sangue para explorar perturbações metabólicas).
Uma vez localizado o processo canceroso, a etapa seguinte consiste em realizar um balanço da extensão local do tumor (relação com os tecidos e as estruturas que o envolvem), a sua extensão regional (afetação dos gânglios que drenam a região em questão) e a sua extensão geral a distância (metástases). A aquisição e as novas técnicas de imagens, como o scanner ou a cintilografia por exemplo, permitem realizar um balanço da extensão extremamente preciso. Pode-se assim chegar a uma classificação clínica de tumores idêntica à àquela utilizada para o homem.
Tratamento do Câncer em cachorros
Uma vez estabelecido o diagnóstico do câncer, a decisão de tratá-lo é tomada com o dono em função do prognóstico e do conforto da vida animal. O objetivo é o de ser curativo na medida do possível, e paliativo caso se deseje simplesmente prolongar a vida do cão em boas condições.
O tratamento do câncer em cães pode ser: por cirurgia, radiotepapia, quimioterapia. Tudo vai depender da natureza histológica do tumor e da sua localização – por exemplo será proposta a radioterapia de certos tumores cerebrais não operáveis, a quimioterapia para câncer sistêmico como o linfossarcoma.
A quimioterapia consiste na administração de substâncias que alteram a multiplicação e o funcionamento das células e vão agindo diretamente no tumor. Essas substâncias vão ter efeitos secundários nas células em replicação no organismo (como a medula óssea produtora de glóbulos vermelhos, por exemplo) e levar a uma síndrome anêmica.
A radioterapia utiliza os efeitos físicos da radiação na matéria, esses efeitos levam a efeitos biológicos resultando à morte celular. O objetivo de uma radiação é duplo: a morte das células cancerosas e a proteção das células em torno.
Podemos ser levados a combinar diferentes tratamentos para uma maior eficácia.
Segundo estudos, contrariamente ao que geralmente se pensa, a quimioterapia não faz com que o cão perca todos os seus pêlos e não o torna sistematicamente doente, é até melhor suportada pelo cão do que pelo homem.
A medicina veterinária não se encontra desarmada diante do câncer no cão, e de fato, medicina humana e veterinária trabalham em colaboração em centros especializados a fim de desenvolver novos tratamentos.
Redação Portal da Cinofilia
São Paulo-SP

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Japoneses treinam cão para detectar câncer de intestino

Pesquisadores japoneses anunciaram a descoberta de um peculiar especialista em diagnósticos: uma cadela da raça labrador, capaz de detectar um câncer de instestino com o olfato de maneira tão precisa quanto qualquer aparelho de ressonância de última geração.
De acordo com os cientistas, a novidade traz esperanças para pesquisadores que tentam desenvolver um "nariz eletrônico" para descobrir tumores na etapa inicial da doença.
Coordenada por Hideto Sonoda, da Universidade de Kyushu, em Fukuoka, no Japão, a equipe usou a fêmea de labrador preto para o estudo, que envolveu 74 "testes de faro" ao longo de vários meses.
Cada um dos testes incluía cinco amostras de hálito ou fezes, das quais apenas uma pertencia a um paciente com câncer.
As amostras foram recolhidas de 48 pessoas com diagnósticos confirmados de câncer de intestino em diferentes estágios e 258 voluntários saudáveis ou que já tiveram câncer no passado.
Para complicar ainda mais a tarefa da cadela, de oito anos de idade, os cientistas acrescentaram alguns desafios às amostras: cerca de metade delas vinha de pessoas com pólipos no intestino, que são benignos, mas podem funcionar como um gatilho para o câncer.
Além disso, 6% das amostras de hálito e 10% das amostras de fezes foram fornecidas por pacientes com outros tipos de problema no sistema digestivo, como doenças inflamatórias no intestino, úlceras, diverticulite e apendicite.
A performance da "médica de quatro patas" foi tão apurada quanto a de uma colonoscopia, técnica de diagnóstico bastante invasiva, pela qual um pequeno tubo de fibra ótica equipado com uma câmera na ponta é inserido através do reto do paciente para vasculhar o intestino em busca de tumores.
A cadela identificou corretamente as amostras cancerosas e saudáveis em 33 de 36 amostras de hálito, o que equivale a 95% de acerto, e em 37 de 38 amostras de fezes, ou 98%.
Seu desempenho foi particularmente bom ao detectar a doença em seu estágio inicial, e não foi atrapalhado pelas amostras de pessoas com outros tipos de problemas do sistema digestivo.
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que cachorros são capazes de farejar câncer de bexiga, pulmão, ovários e mama.

Cadela treinada para detectar câncer de intestino
Utilizar estes animais como ferramenta de diagnóstico, no entanto, deve custar muito caro.
Mas o sucesso do experimento estimula pesquisas que tentam desenvolver um sensor para detectar traços específicos relacionados à presença de tumores em fezes ou na respiração do paciente.
A cadela usada na pesquisa japonesa começou a ser treinada para farejar o câncer em 2005. Toda vez que ela identifica corretamente uma amostra com a doença, é recompensada brincando com uma bolinha de tênis.

Porquinha 'pensa' que é cão e chega a saltar obstáculos

Uma porquinha chamada "Louie" pensa que é um cão e chega a saltar obstáculos ao lado de outros cachorros. Segundo a proprietária da leitoa, a britânica Sue Williams, "Louie" aprende mais rápido do que um cão, de acordo com o jornal inglês "The Sun".

Porquinha 'pensa' que é cão e chega a saltar obstáculos. (Foto: Reprodução/The Sun) 
Ao lado de cão, porquinha 'Louie' salta obstáculo
 
Sue mora em Porthmadog, no País de Gales, e conta com 15 cachorros amestrados. Ela descobriu que a porquinha tinha talento quando estava treinando seus cães. Segundo Sue, "Louie" realizou um exercício que ela estava tentando ensinar para os cachorros.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Homem morre e deixa 40 cães de herança para filho em SP

Animais serão doados para quem puder dar um lar.
Chácara em Itatiba, no interior do estado, abriga os bichos.

Cães em sacada de chácara no interior de São Paulo 
Cães em sacada de chácara no interior de São Paulo (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
No fim do ano passado, o funcionário público aposentado José Rodrigues Xavier, de 71 anos, morreu em decorrência de problemas de saúde. De herança para um de seus filhos, o jornalista Alex Xavier, de 35 anos, ele deixou 40 cachorros – a maioria sem raça definida, com idades e tamanhos variados. Com a ausência de José, os bichos agora precisam de um novo lar, já que o herdeiro não tem condições de sustentá-los.
Todos os cães foram resgatados ou doados e criados pelo aposentado na chácara onde vivia, em Itatiba, a 84 km de São Paulo. O hobby de criar os bichos abandonados começou há mais de dez anos, de forma inusitada: um criminoso que morava em uma casa ao lado da de José foi preso e deixou três cachorros sem ninguém para cuidá-los. “Meu pai ficou com dó e, com ajuda de um empregado, começou a pular o muro para dar comida. Depois de um tempo, ele decidiu pega-los para criar”, contou Alex. “Ele nunca tinha tido cachorro antes”, acrescentou.
A amizade canina foi algo novo e agradável para o aposentado. “Ele viu que se dava melhor com cachorro do que com gente e começou a pegar outros [cães]”, afirmou seu filho. Inicialmente, recebia de amigos e conhecidos as crias que seus cães davam. Depois, passou a recolher os que encontrava na rua. A fama se espalhou pela cidade e doadores anônimos começaram a deixar filhotes e adultos na porta de sua casa.
Com o aumento da “família”, José se mudou para uma nova chácara, mais espaçosa, situada no bairro Jardim Leonor. Lá, ele construiu diversos canis. No período mais movimentado, 68 animais chegaram a morar na residência.
Para sustentar a matilha, boa parte da pensão que José recebia era usada na compra de ração. “Ele cuidava mais dos cães do que da saúde dele." Agora, com a ausência do aposentado, Alex disse não ter condições de cuidar dos animais. Além dos altos custos, ele não tem tempo útil para se dedicar aos bichos.
O G1 visitou a chácara e constatou que os cães são dóceis e brincalhões. Eles estão espalhados em canis e nos cômodos da casa. Mas alguns deles têm se mostrado tristes, como o fila brasileiro Maxi. “Ele é o que mais sentiu a morte de meu pai.” Caso os bichos não consigam um lar, o destino deles é o Centro de Controle de Zoonoses. “Queria que eles ficassem em um lugar legal. Mas a zoonoses é a última opção”, lamentou.
Quem quiser e puder dar um lar a um desses animais, basta entrar em contato por e-mail com Alex (solardoscaes@gmail.com).
Dois dos cães que poderão ficar sem lar 
Dois dos cães que poderão ficar sem lar (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Dicas de Cuidados com seu cão

Conheça algumas dicas para você conviver melhor com o seu animal de estimação:

  • FamíliaFamília: um amigo deve levar só alegrias. Antes de levar um animalzinho para casa, tenha certeza de que ele não será motivo de discórdia e brigas. Caso contrário, todo mundo vai sofrer, principalmente ele.
  • AlimentaçãoAlimentação: um animal bem alimentado é um amigo feliz. Forneça alimentos apropriados, de acordo com a espécie e a idade do animal. Os adultos devem ser alimentados duas vezes ao dia, e os filhotes de quatro a seis vezes ao dia. Mantenha sempre a água limpa e fresca à disposição. Recolha os restos de alimentos do comedouro do animal, evitando, assim a proliferação de ratos, baratas e formigas.
  • HigieneHigiene: o cão deve ter abrigo confortável, protegido do sol, da chuva e do vento. Para evitar algumas doenças, recomenda-se um banho por mês. Já os felinos são animais muito limpos e não precisam tomar banho frequentemente. E lembre-se: todo proprietário deve recolher as fezes de seu animal nas ruas, nas calçadas e nos parques. É uma atitude de cidadania e obrigatória por lei.
  • Cuidados MédicosCuidados Médicos: seu amigo também precisa ir ao médico. Ao desmamar, ele deve visitar o médico veterinário para desverminar e receber as vacinas. Os filhotes devem ser vacinados com 2, 3 e 4 meses de idade, e os adultos anualmente, com vacina contra a raiva e doenças próprias da espécie. Providencie a vermifugação do seu animal seguindo as orientações veterinárias a esse respeito. E não se esqueça de levá-lo para fazer exercícios.
  • Atividades físicas: durante o passeio, utilize sempre coleira e guia. É segurança para o animal e para as pessoas. Se o animal for bravo, utilize também a focinheira e evite agressões.
  • Castração: o animal castrado vive melhor e fica mais dócil. Todo proprietário pode levar seu animal para castração, seja ele macho ou fêmea, de raça ou não. Assim, você contribui para diminuir a superpopulação de animais na cidade.
  • Identificação Definitiva: a aplicação do microchip é um método seguro de identificação definitiva no seu animal. Do tamanho de um grão de arroz, sua aplicação é simples e não precisa de anestesia. Por ser inviolável, ele garante a identificação do seu amigo caso ele se perca ou seja roubado.
  • CadastramentoCadastramento: ajude a fazer um trabalho ainda melhor. Contribua   cadastrando seu amigo. Ele é um registro dos dados do animal (idade, raça e outros) e do dono (nome, endereço e outros).
  • Lembre-se: Maltratar um animal, por qualquer motivo, além de cruel, é um crime que prevê penas de prisão e multa.
Trate bem quem só quer dar carinho e atenção. Faça dessa amizade uma Guarda Responsável.