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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cadela adota porquinho rejeitado na Espanha

Leitão seria servido na ceia de Natal, mas foi rejeitado por açougueiro por ser muito pequeno.

Um porquinho foi adotado por uma cadela em uma fazenda da Espanha depois de ser rejeitado pelo açougueiro.


O leitão seria vendido para ser sacrificado e servido na ceia de Natal, mas o açougueiro da cidade espanhola de Cáceres rejeitou o animal, por ele ser muito pequeno.
Mas, Diana, a cadela da família da dona da fazenda, resolveu adotar o porquinho.
Agora, o leitão vive como parte da ninhada de Diana, sendo amamentado e recebendo os cuidados de sua mãe adotiva, além de brincar com os irmãos.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Clones de Labrador na luta contra as drogas na Coréia do Sul

Um projeto sul coreano que teria custado 300 mil dólares foi revelado e promete resultados revolucionários. O projeto consistiu na clonagem de sete cães da raça labrador, clonados a partir de “Chase”, outro cão da mesma raça, o qual atualmente “trabalha” como farejador de drogas. A clonagem dos cães foi uma espécie de teste para descobrir se as duplicatas reduziriam a dificuldade em encontrar cães capazes de detectar e identificar drogas e explosivos.

Todos os filhotes serão submetidos a testes de força física, concentração e detecção de odores, após terem obtido bons resultados em um teste de comportamento e disciplina.
Os resultados do projeto têm se mostrado bons, uma vez que somente três cães em dez nascidos nos centros de treinamento acabam qualificados para a função. Os clones, portanto, serão mais baratos e eficientes.
Os sete labradores são os primeiros cães farejadores clonados no mundo, tendo sido replicados por uma equipe de cientistas da Seoul National University, que além dos labradores, ainda clonou mais treze outros cães e cinco lobos. Atualmente, todos os cães atendem pelo mesmo nome: Toppy, uma junção das palavras tomorrow (amanhã) e puppy (filhote).

Nutrição animal: reais necessidades dos cães

Entenda as diferenças entre um alimento premium e um super premium e como escolher a ração adequada para o seu pet:

 Estão disponíveis no mercado rações premium e super premium específicas para animais de todas as idades e portes
Você acaba de adotar ou adquirir um bichinho de estimação. Um dos primeiros passos para adaptá-lo ao novo lar é cuidar de sua alimentação. É justamente então que surge a grande dúvida: dentre tantas opções de alimentos secos e úmidos disponíveis no mercado, qual escolher? A médica veterinária Luciana Oliveira, do departamento de nutrição da Royal Canin, explica que na hora de escolher um produto o dono deve ficar atento ao rótulo, levando em conta os ingredientes da ração.
“A inclusão de farelos de trigo e algodão, sugere uma ração de menor qualidade. O alto nível de cálcio também indica o uso de ossos na receita, substituindo outros nutrientes importantes”. Ela explica também que a taxa mínima recomendada de proteína para cães adultos é 18%, mas o mais adequado é procurar alimentos que ofereçam a partir de 22% do nutriente.
Outro indicador de produtos de qualidade é a inclusão de farinha de víceras, além de cereais na receita, como o arroz e milho. E para facilitar a busca pelo produto ideal as fabricantes desenvolveram diversos segmentos comerciais diferentes. Dentro do grupo das linhas premium e super premium existem algumas subdivisões, como as para raças, idades e portes específicos e ainda as terapêuticas.
De acordo com o dr. Marcelo Quinzani, do Hospital Veterinário Pet Care, escolher uma ração de acordo com o porte do animal bem como sua idade é fundamental. Isso porque cães filhotes, adultos e idosos exigem necessidades diferentes. No caso dos gatos deve ser considerado apenas a idade, ou então, caso o dono prefira, oferecer rações específicas para a raça do animal, alimentos que prometem preencher ao máximo tudo que o pet precisa.

Premium versus Super Premium

As rações super premium são relativamente novas no Brasil, lançadas a partir da década de 90. Os produtos são desenvolvidos baseados em estudos avançados e alta tecnologia, além de apresentar ingredientes de maior qualidade. De acordo com a dra. Fernanda Fragata, do Hospital Veterinário Sena Madureira, quanto melhor a matéria prima do alimento, mais qualidade ele tem.
É bom lembrar também que nem sempre quantidade é equivalente a qualidade. O dono deve ficar de olho não apenas na porcentagem de proteína encontrada no produto, mas também na sua fonte. Um produto super premium utiliza maior quantidade de pedaços de carne ou frango e não utiliza proteína vegetal em sua fórmula.
Outra vantagem da ração super premium é que ela contém proteína 100% animal, o que facilita a digestão e absorção de nutrientes. Segundo o dr. Marcelo, os produtos utilizam conservantes naturais e não contêm corantes e palatabilizantes (substâncias que deixam o alimento com gosto mais apreciado pelos cães).
O alimento premium, por sua vez, também é de qualidade satisfatória, contanto que seja de uma marca de confiança. À exemplo do super premium, o produto apresenta versões para diversas fases da vida do animal e de acordo com o seu porte. A diferença fica por conta da matéria prima de seus ingredientes.
A a ração premium utiliza uma maior quantidade de proteína vegetal em sua formulação, com isso, seu custo diminui. “Em compensação, o volume ingerido necessário para nutrir o animal aumenta um pouco, e consequentemente, o tamanho e número das fezes também.

Ração seca versus úmida

Há muitos mitos envolvendo a ração úmida. Há quem acredite que o produto contenha muito sódio e possa gerar problemas renais, principalmente nos gatos. Sobre o caso a dra. Luciana explica que nenhum estudo tenha comprovado isso. “Trata-se de um grande paradigma da nutrição dos animais. O alimento úmido é tão completo quanto o seco, o que muda basicamente é a sua quantidade de água”.
A médica explica que apenas é preciso fazer algumas adaptações, pois como os ingredientes estão diluídos com água, é necessário dar uma quantidade maior para equivaler a mesma quantidade que o pet comeria da ração seca.
Outro cuidado que deve ser levado em conta é a higiene bucal dos pets caso a ração úmida seja utilizada, como explica o dr. Marcelo. “Além do seu papel nutricional, a ração seca ajuda também na preservação da saúde bucal onde a mastigação e atrito auxiliam a limpar os dentes dos cães e gatos, retirando sujidades, tártaro e consequentemente o mau hálito e ainda, massageando as gengivas”.

Armazenamento

Escolhida a ração adequada para seu cão, é importante pensar na forma de armazenamento do produto, a fim de manter todos os seus nutrientes, “Devemos comprar pequenas porções de ração seca para que não percam o odor e palatabilidade depois de aberto o pacote”.
Para armazenar de forma adequada a ração é recomendado guardá-la em um local seco e sem iluminação - Flickr/ CC – Mr. T in DC 
Para armazenar de forma adequada a ração é recomendado guardá-la em um local seco e sem iluminação.
O ideal é manter uma pequena porção suficiente para dois ou três dias em um recipiente fechado e deixar o restante dentro da embalagem original. Ela deve ficar lacrada (com fita adesiva) e conservada em ambiente seco e protegido da luz (armário). “Isso evita abrir sempre o pacote para oferecer o alimento diário ao animal, mantendo assim suas características nutricionais e de palatabilidade”.
A oferta de alimento em horários fixos também ajuda a evitar que a ração fique exposta durante o dia todo na vasilha do seu cão ou gato, perdendo odor, palatabilidade e muitas vezes se estragando, principalmente em dias mais quentes do verão. Isso ajuda também a controlar o volume diário ingerido, uma vez que você sabe se o animal esta comendo ou não a comida oferecida.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Cães não lambem seus donos por amor, diz pesquisa americana

Pode ser poético dizer que um cão encheu seu dono de beijos quando ele voltou de viagem, mas a realidade, estão descobrindo os cientistas, não é assim tão fofa.
Isso porque cachorros são extremamente sensíveis a cheiros e sabores -- coisas tão importantes para eles quanto a comunicação verbal ou a visão para os humanos. 

Assim, quando um dono volta da rua cheio de novos cheiros e gostos, seja da mão daquele colega de trabalho que foi cumprimentado ou da sujeira do banco de metrô em que sentou, ele está oferecendo ao seu cachorro um festival de sensações.
Se seu cão quer saber por onde você andou, isso significa, claro, que ele vê algo de especial em você. Mas eles gostam de cheirar e lamber mesmo desconhecidos.
"Saber do papel do odor para eles mudou minha forma de pensar sobre a maneira alegre com que minha cachorra cumprimentava um visitante, indo diretamente na região genital dele", diz Alexandra Horowitz, da Universidade Columbia (EUA).
O comportamento da cachorra de Horowitz, que está lançando no Brasil o livro "A cabeça do cachorro" (BestSeller), faz todo sentido, diz.
As regiões genitais, assim como a boca e os sovacos, produzem muitos odores -- e logo ensinamos às crianças a importância de lavá-las bem. Estando a boca e os sovacos geralmente mais distantes do cachorro, não é difícil imaginar que área ele vai atacar.
"Não deixar que um cão cheire um visitante equivale, entre humanos, a vendar-se na hora de abrir a porta para um estranho", diz a cientista.
Para um cão, cada pessoa tem um cheiro inconfundível, o que faz com que eles nos identifiquem pelo odor. Humanos conseguem usar o nariz para saber, por exemplo, se alguém fumou, mas cachorros vão muito além.
Eles podem saber se você fez sexo, e até saber quem e quantas pessoas estavam junto. Ao se aproximar da sua boca, conseguem identificar o que você comeu.
Mais do que isso, cachorros sentem cheiro de medo.
"Gerações de crianças foram alertadas para nunca mostrar medo diante de um cão estranho", diz Horowitz.
Não era à toa. Quando assustados, suamos, e o odor do nosso corpo entrega o pavor. Além disso, a adrenalina é inodora para nós, mas não para bichos de faro aguçado.
O olfato dos animais é tão bom que os cientistas querem utilizá-los na medicina.
Um estudo treinou cães para reconhecer a urina de pacientes com câncer. Os cientistas se assustaram. Os cães aprenderam a "diagnosticar" a doença: só erram 14 vezes em 1.272 tentativas.
Não se sabe direito quais substâncias eles aprenderam a reconhecer, mas alguns cientistas propõem "cães doutores" -- pelos estudos feitos, eles acertam mais que muitos doutores humanos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Dexter meu grande amigo ao qual nunca vou esquecer - Você sempre será importante na minha vida

"Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações." (Sigmund Freud)

"Os cães são o nosso elo com o paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz." (Milan Kundera)



quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Vida real e ficção, cães esperam eternamente por seus donos

 
A população de Córdoba, Argentina, está sendo testemunha da fidelidade canina. Há oito meses o cão “Alicio” estava em companhia de seu dono, que chegou em estado grave à Clínica Monte Cristo e morreu. O cachorro, que agora é notícia em todo o país, espera ainda hoje o dono sair pela porta por onde entrou. É alimentado por moradores e voluntários de um grupo de proteção animal (Uniendo Huellas), e já foi várias vezes retirado da porta da clínica e levado para adoção por várias famílias. Inútil. Sempre foge e volta ao local em que seu dono o deixou. A imprensa da região não se cansa de cobrir o fato. Até página no Facebook Alicio já tem (criada por um grupo de fãs). O cão dorme num depósito da clínica e a doutora Alicia Delgado o “adotou” como se fosse um “filho postiço” (daí o nome do cão). Os vizinhos já se acostumaram com ele, sua fidelidade vem chamando a atenção de todos e não faltam reflexões dos estudiosos sobre a amizade canina.
Quando David Wroblewski publicou A História de Edgar Sawtelle (2009), que tem similaridades com a história real de Alicio, muitos acharam exagerada a trama do garoto mudo que leva três de seus cachorros a uma fantástica e perigosa viagem. Wroblewski, 51 anos, ex-projetista de software no Colorado (EUA), mostrou em seu primeiro livro que era do ramo. O livro é um sucesso de público e crítica. O jornal The Washington Post ressaltou em sua análise que o autor produziu um romance generoso “no qual é possível mergulhar, perder-se e, finalmente, voltar à tona, relutante, um pouco surpreso pelo fato de o mundo real ter continuado a girar enquanto você estava encantado”. Já o megaprodutor de sucessos Stephen King disse que o livro não é só mais uma história de cachorros e pessoas, “mas um relato sobre o coração humano e os mistérios que nele vivem — compreendidos, mas difíceis de articular”, e completou: “Eu não releio muitos livros, porque a vida é curta demais. Vou reler esse”. Sem falar na crônica do Publishers Weekly, publicada na época de lançamento da obra: “apoiado no poder esmagador da inevitabilidade do destino, o ritmo da narrativa absorverá inteiramente os leitores até as empolgantes cenas finais”. 
A literatura conta com vários livros que narram histórias reais e imaginárias da relação entre cães e pessoas. A de Alicio é só mais uma delas. Ninguém sabe ainda, com certeza, como essa relação de fidelidade é construída, ou quais são as suas motivações. Mas numa época de tão grande distanciamento físico entre as pessoas, saber que nossos cães estão por perto é inspirador, mesmo quando eles ficam e nós vamos, ou quando eles nos deixam ficar sozinhos.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Cadela perdida que seria morta na França reencontra dono na Inglaterra

Poppy foi encontrada vagando pelas ruas de Toulouse; dono foi localizado graças a campanha na internet e nos jornais.

Fonte: BBC

A cadela Poppy. 
A cadela Poppy. (Foto: DogLost)
Uma cadela perdida que corria risco de ser sacrificada na França será reunida com seu dono, identificado graças a uma campanha lançada nos dois lados do Canal da Mancha.
O dono, que vive na França, mas se encontra, faz alguns meses, em Bristol, no oeste da Inglaterra, só ficou sabendo do sumiço de sua cadela - que ele tinha deixado sob o cuidados de amigos, pelos jornais.
Poppy, uma patterdale terrier, tinha sido encontrada vagando pelas ruas de Toulouse, em julho passado.
A cadela usava um microchip desde 2002, que tinha sido colocado em Bristol. Mas seu dono nunca atualizou os dados com seu novo endereço, na França, para onde se mudou há sete anos.
A cadela foi encontrada com coleira e bem cuidada e levada para a Sociedade Protetora dos Animais local, onde tentaram contatar o veterinário que havia colocado o chip, mas este não tinha o contato de seu proprietário.
A organização DogLost, um banco de dados online que busca localizar cães perdidos, lançou uma campanha para rastrear o dono do animal, divulgando a foto da cadela, que corria o risco de ser sacrificada na França.

De Bristol a Toulouse
O dono de Poppy, identificado apenas como Barton, vive em Toulouse na França, mas tinha voltado à Grã-Bretanha para cuidar de seu pai, que está doente.
Ele tem viajado ente os dois países e deixou Poppy ao cuidado de um amigo, em Toulouse.
Segundo o DogLost, o amigo do dono não quis contar a ele que a cadela havia fugido, para não aumentar seu estresse.
A campanha lançada pelo DogLost para encontrar o dono de Poppy foi parar nos jornais, que publicaram uma foto da cadela.
Uma amiga da filha de Barton viu a foto em um jornal britânico e ligou para ela que, por sua vez, avisou seu pai.
Esta foi a primeira vez que ele soube que a cadela havia fugido, de acordo com o site criado para encontrá-lo.
"Foi realmente impressionante que tenhamos conseguido encontrar o dono da Poppy", disse Lynn Headford.
"Achei que poderia ser impossível, que o dono poderia estar em qualquer lugar, mas poucos dias depois de lançarmos a busca e ela aparecer nos jornais, foi uma loucura."
O site afirma ter recebido dezenas de ligações diárias sobre o paradeiro do possível dono de Poppy, e que a busca acabou envolvendo vários sites de relacionamento social.
Lynn Headford afirmou que dono e cadela vão se reunir na França.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Lontra e cadela mantêm amizade inusitada na Inglaterra

Amizade ajudou na recuperação da lontra 'Garaint'.
Pauline Kidner criou fundação que cuida de lontras órfãs.

A britânica Pauline Kidner, de 60 anos, que mantém uma fundação de reabilitação de lontras em Highbridge, na Inglaterra, ficou surpresa após uma lontra órfã, que está sendo treinada para voltar à natureza, ter feito amizade com a cadela "Mollie". Para Pauline, a amizade inusitada foi crucial para a recuperação da lontra chamada "Garaint" .
Cadela 'Mollie' e lontra 'Garaint' fizeram amizade inusitada. 
Cadela 'Mollie' e lontra 'Garaint' fizeram amizade inusitada. (Foto: Nick Obank/Barcroft Media/Getty Images)
Britânica Pauline Kidner com lontra 'Garaint' e acadela 'Mollie'. 
Britânica Pauline Kidner com lontra 'Garaint' e acadela 'Mollie'. (Foto: Nick Obank/Barcroft Media/Getty Images)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O labrador é o cachorro ideal para você?

O grande problema é que muitas pessoas olham para uma raça, acham bonita e compram o cão, sem ter um mínimo de informações sobre o padrão de cada raça. Como se não bastasse, têm-se também maus criadores que estão preocupados em vender e fazer dinheiro com os cães que colocam no mundo, que não dão um mínimo de esclarecimento para o comprador, algumas vezes até mentem para estes, que muitas vezes acabam se desfazendo do cão por acharem que o mesmo não é de raça ou traz algumas anomalias por não ser um cachorro de pais com saúde ideal para procriação.
Necessidades de um labrador: companhia, companhia e companhia. O labrador é um cão que não pode ficar sozinho, um cão destes esquecido no fundo de um pátio, se tornará extremamente destrutivo e inconveniente, por ser um animal muito inteligente, vai fazer de tudo para chamar a atenção, nem que seja para levar uma bronca. A companhia de outros cães pode ser uma alternativa, mas não substitui a companhia humana.
Em apartamentos a situação se torna mais complicada, o labrador têm muita energia e o pouco espaço, facilita para que no mínimo sejam feitos dois passeios diários. Isto pode ser muito legal nos primeiros tempos, mas lembre-se que estes cães vivem mais de dez anos e isto inclui passeio em dias de chuva, frio, ou melhor, estes passeios deverão se tornar parte da rotina de seus donos. Caso a pessoa passe o dia em casa, ou tenham mais pessoas na casa que possam se revezar na companhia do cão será ótimo.
Caso contrario este cão deverá ser acostumado com muitos brinquedos, e de tal modo, que receberá atenção a partir do momento que seu dono chegar em casa. Finais de semana para estas pessoas deverão ser sinônimo de passeios ao ar livre com o cão, parques, praia, sítio, etc.
No caso de uma casa, ele necessita de um pátio fechado, pois sendo muito amigável com todos, qualquer pessoa que passe pela rua e o chame, este irá provavelmente acompanhar a pessoa abanando o rabo, mesmo sem te-la visto antes. Tendo um pátio fechado o cão saberá que ali é seu território e dará sinal quando algum estranho se aproximar, mas jamais atacará.
Para pessoas que passem a maior parte de seu tempo fora de casa, talvez a aquisição de um cão adulto seja muito mais fácil. Um filhote precisa de muito mais tempo para ser educado e muito mais companhia para a sua socialização. Algumas pessoas tem receio a cães adultos, mas estes já podem vir para nossas casas educados, e sendo extremamente adaptáveis, se tornarão tão bons companheiros quantos os outros criados desde a infância.
O cão da raça labrador necessita de uma ração balanceada, pois eles têm uma propensão a uma doença chamada displasia coxo-femural, que é agravada com ração de alto índice de proteína, o que pode ocasionar também a obesidade. Consultas veterinárias regulares e vacinas anuais são necessárias como em um cão de qualquer raça para manter a saúde e o   bem estar do seu cão, por isso pense bem antes de comprar um cãozinho pois ele pode viver mais de 13 anos e se tornar um grande companheiro e amigo seu...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Americanos elegem os melhores carros para cães

Carsale – A compra de um automóvel é baseada em diversos fatores como preço, custo-benefício, design, desempenho, entre vários outros aspectos. Existem até pessoas que levam em consideração o conforto e a segurança de seus cães antes de escolher um carro zero-quilômetro. Pensando nisso, a American Automobile Association realizou centenas de testes em vários tipos de veículos e elaborou uma lista com os melhores carros de passeio voltados para o transporte de cães e seus donos. Os automóveis avaliados passaram por testes de colisão, economia de combustível, facilidade de acesso para os bichinhos, medição do volume da área de carga, forma de limpeza e disponibilidade de ganchos ou locais para amarrar os animais.
O resultado deste trabalho deu origem a uma lista com seis categorias de automóveis, que atendem os mais variados estilos de motoristas e cães. Na categoria luxo, os indicados foram a perua BMW Série 3 e o utilitário esportivo Volvo XC60. Para pessoas que se enquadram em um estilo de vida ‘mais ativo’, os recomendados são os utilitários Subaru Forester e o Hyundai Santa Fe. Já para os que carregam além dos cães, crianças e tudo o que tiver direito, as melhores opções, segundo a pesquisa, são os utilitários Honda Element e Toyota Venza.
Classificados como eficientes e divertidos, o esportivo Mazda3, de cinco portas, e a perua MINI Clubman também entraram para o ranking. E se além de dar uma volta com o seu cão, você também se preocupa com a questão ambiental, o utilitário Ford Escape híbrido é o mais apropriado. Por fim, entre os mais econômicos, foram citados o crossover Kia Soul e o compacto Nissan Cube.


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Cães-guia ajudam deficientes visuais a ter liberdade

É preciso cuidado para não dispersar a atenção do cão. Brincar com o animal, só se estiver sem a guia.Cães-guia estão se tornando comuns, mas as cidades brasileiras ainda precisam se acostumar com eles, nos meios de transporte, nas ruas. É que os cães são lindos e dóceis. Mas estão trabalhando. A distração deles pode atrapalhar quem conta com essa ajuda para coisas tão simples quanto pegar uma escada rolante.
 

Mais do que um amigo fiel. Há seis meses, Bésher é o companheiro atento da assessora jurídica Daniela Ferrari Kovacs em todas as horas. Na estação de metrô, o barulho não distrai o cão-guia. Ele entra com Daniela, indica um lugar para ela sentar.

Para obedecer aos comandos de Daniela, entender exatamente o que ela quer fazer, o cão passa por um treinamento que dura em média cinco meses. Ele aprende a interagir com o portador de deficiência e, principalmente, como guiar com segurança.

É uma relação de confiança construída depois das aulas de um instrutor. Com o tempo, a sintonia entre cão e portador de deficiência aumenta.

“Com certeza. Acho que até por conta dessa questão de autonomia e independência que aumenta, você tem uma vontade de quebrar barreiras, de andar sozinha. Acho que acaba perdendo o medo também”, diz a assessora jurídica Daniela Ferrari Kovacs.

Mais liberdade até para interagir com as pessoas.

“A bengala faz parte do mundo da deficiência visual, o cão faz parte do mundo de todo mundo, então até mesmo para eu chegar para uma pessoa com deficiência visual e iniciar uma conversa, eu sempre tenho um motivo mais comum”, comenta o treinador e instrutor de cão-guia Moisés Vieira Júnior.

Por onde passam, eles mexem com a curiosidade de muita gente. Na tentativa de ser útil, às vezes as pessoas acabam atrapalhando. A estatística Kátia Marques e o advogado Genival Santos sabem o que é isso. Eles são namorados e cada um tem um cão-guia.

“Você está subindo no ônibus. O ônibus está com a porta aberta e a pessoa pega no seu braço. Você segurando o cachorro, é extremamente perigoso”, exemplifica Kátia Marques.

“Tem que deixar o deficiente falar com o cachorro. Não pode chegar e fazer carinho no cachorro, ele não pode ficar fazendo sinal para o cachorro perder o foco. O foco do cão é guiar o deficiente”, explica Genival Santos.
Para eles, a ajuda das pessoas é bem-vinda, mas pergunte antes se é preciso. Mexer com o cão, só quando ele estiver sem a guia. Aí terminou o trabalho. É hora de descanso e brincadeira. Nada mais justo, depois de tanta dedicação.
 
“Ele é o meu anjo da guarda. A melhor coisa do mundo”, elogia Daniela Ferrari Kovacs.

Uma lei federal de junho de 2005 garante aos portadores de deficiência visual o direito de entrar com cães-guia em lugares públicos e privados de uso coletivo. Os portadores acompanhados de cão-guia também podem utilizar qualquer tipo de transporte público.

Fonte: G1

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Moscou celebrou 50º aniversário de voo espacial das cadelas Belka e Strelka no dia 19/08/2010

Cadelas Belka e Strelka

A Rússia lembrou no dia 19 agosto de 2010 passado, o 50º aniversário do lançamento do foguete Sputnik-5, cuja tripulação era formada pelas cadelas Belka e Strelka, os primeiros seres vivos a viajar ao espaço e retornarem vivos à Terra.
As cadelas foram lançadas ao espaço em 19 de agosto de 1960 e, após darem 17 voltas ao redor da Terra, retornaram no dia seguinte.
Desde então, Belka e Strelka, que viajaram acompanhadas de 42 ratos, transformaram-se em celebridades na União Soviética e no resto do mundo.
A expedição serviu para provar o sucesso de viagens espaciais tripuladas. Menos de um ano depois, o cosmonauta Yuri Gagarin se tornaria o primeiro homem no espaço, em 12 de abril de 1961.
Três anos antes, a cadela Laika foi o primeiro ser vivo a viajar ao espaço, em 3 de novembro de 1957, mas ela não sobreviveu e morreu horas depois a bordo do Sputnik-2.
  

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O filhote de Labrador


O Labrador esbanja energia e está sempre disposto à brincadeiras, especialmente as que evocam seu instinto caçador. É capaz de passar horas correndo alucinadamente atrás de uma bolinha atirada pelo dono e devolvendo com a mesma eficiência que teria caso fosse um pato selvagem. É um cão que precisa de muito exercício, em especial porque a raça tem fortes tendências à obesidade.
Deve ser acostumado à guia desde cedo e, se possível, passar por treinamento de obediência. É um cão que late pouco e na maioria das vezes não estranha nem mesmo pessoas diferentes, sendo por isso pouco recomendável como cão de guarda.
Imagem do site Black Lab - Canil Summer StormAssim como é afável com as pessoas, o Labrador convive muito bem com outros cães e animais domésticos, sendo recomendável mesmo que seja socializado para poder aumentar a carga de exercícios. Muitos Labradores são hábeis competidores de Agility, sendo também grandes campeões em provas de obediência em todo mundo.
Até um função de sua popularidade crescente, muitos problemas começam a aparecer, a maioria deles relacionados a cruzamentos geneticamente não-recomendados.
Um dos problemas que se nota com mais intensidade está relacionado ao excesso de agitação dos cães. Cães que latem demais, quebram tudo o que encontram e chegam até mesmo a atacar pessoas.

CORES DOS LABRADORES
Ainda não foi encontrado, cientificamente, nada que ligue a cor do cão a possíveis desvios de comportamento, mas de qualquer forma, a maioria dos problemas ocorre com cães amarelos e chocolates (ambos recessivos, sendo o chocolate mais recessivo do que o amarelo). Infelizmente, como cães amarelos vendem mais e os de cor chocolate são bem mais raros e caros, muita gente passou a cruzá-los entre si sem se preocupar com o temperamento - o que causou o nascimento de Labradores problemáticos. Portanto, o ideal ao se pensar em adquirir um Labrador é conhecer suas origens e a seriedade do criador.
Imagem extraída do site Rucon Kennel Red
Segundo as recomendações da criação, não é recomendável o acasalamento de um exemplar chocolate com um amarelo e nem mesmo dois chocolates por mais de três gerações sucessivas, ou dois amarelos por mais de quatro, sem introduzir um exemplar preto. Cientificamente, essas recomendações são decorrentes de possíveis problemas com a despigmentação das mucosas e olhos.

PROBLEMAS COMUNS À RAÇA LABRADOR RETRIEVER  
Um dos maiores problemas genéticos da raça - e que pode ser evitado pela seriedade dos criadores - é a displasia coxo-femural. Caso vá adquirir um filhote, certifique-se de que os pais tenham sido examinados e que tenham sido aprovados pelas radiografias.
Além da displasia, a osteocondrose (mal que compromete a cartilagem e o osso prejudicando a articulação) também pode aparecer e causar a chamada displasia de ombro (a mais comum) e as de cotovelo, joelho e calcanhar. O problema ainda é pouco conhecido no Brasil. Há duas doenças genéticas que atacam a visão, causando perda progressiva até chegar à cegueira: a Catarata, que ocorre quando o cristalino - parte interna transparente do olho - torna-se opaco; e a Atrofia ou Displasia da Retina, uma degeneração das células da retina.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Primeiros socorros em cães

Vômitos intensos, perda de apetite, falta de movimentação de membros ou dor são alguns sintomas de problemas mais graves.


 Quem tem um cachorro dentro de casa bem sabe como nem sempre é fácil descobrir se o bichinho está doente a ponto de ser levado ao veterinário ou apenas passa por uma indisposição passageira. Para piorar a situação, o animal não pode falar o que sente, tornando o dono ainda mais preocupado.
Nesses casos, o melhor a fazer é entrar em contato por telefone com um veterinário e tentar explicar os sintomas do bichinho.  Os cães estão sujeitos a uma infinidade de riscos e apenas um médico veterinário pode fazer a avaliação adequada.
Os casos mais comuns são brigas, quedas, atropelamento, envenenamento, ingestão de corpos estranhos, diarreias agudas, concussões, sintomas neurológicos e falta de ar. Existem sintomas comuns em diferentes ocorrências. Vômitos intensos, anorexia por mais de um dia, falta de movimentação com sinal de dor, principalmente, dificuldade de mover os membros traseiros, urina toda hora em pequenas quantidades, tentar urinar ou defecar e não conseguir, convulsionar, apresentar falta de equilíbrio ou falta de ar e desmaiar. Em qualquer um desses casos é preciso procurar atendimento veterinário.


Os casos de emergência mais comuns são quedas, atropelamentos, diarreias e ingestão de corpos estranhos.

Gastrointestinais

Ingestão de corpos estranhos, de substâncias tóxicas e intoxicação alimentar são os casos mais comuns. Os venenos de rato ou adubos (mamona) colocados em vasos são os principais problemas. Seja porque os filhotes estão usando a boca para descobrir aquilo que está a sua volta, ou porque comem alimentos que não são específicos para eles.
Na maioria das vezes o animal começa vomitar e apresentar diarreia, às vezes com, outras sem a presença de sangue, convulsões e tremedeira também podem ser sintomas de envenenamento. Tente descobrir o que o animal ingeriu e a dose, entre em contato com o veterinário e explique a situação. Não induza ao vômito, isso pode piorar ainda mais a situação.

Traumáticas

Brigas, atropelamento e quedas estão no topo das ocorrências desse tipo. Em qualquer uma dessas situações é preciso ter cuidado ao manipular o animal, pois ele está sentindo dor e pode acabar reagindo de forma agressiva, com rosnados e até mesmo mordida. O uso de focinheiras é indicado se houver disponibilidade.
Outro procedimento necessário é verificar se há algum sangramento para tentar reduzi-lo. É preciso ter cuidado para não causar ainda mais ferimentos ao animal, não tente deslocar ou puxar membros que estejam aparentemente fraturados”. Transporte imediatamente o animal para o veterinário cuidando para que durante o trajeto os ferimentos não se agravem.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cães também sofrem de estresse

Este problema psicológico em cães é mais comum do que os donos imaginam! Não somos apenas nós que sentimos estresse. O cachorro, quando têm uma relação de dependência muito intensa com o seu tutor, também está propício a desenvolver problemas psicológicos que ocorrem por vários fatores na vida do mesmo. 


 Podemos citar alguns exemplos que levam o cão a desenvolver estresse:
. quando as pessoas próximas dele ficam ausentes por dias;
.  não receber carinho o suficiente do tutor;
. falta ou excesso de exercícios;
. sua vida se transformar em rotina;
. ambiente agitado;
. participação em exposições e competições.

 

As principais atitudes que o cão poderá apresentar quando o mesmo está estressado são: lamber as próprias patas, cavar, uivar, latir excessivamente, chorar e, em muitas às vezes, urinar e defecar em locais inapropriados, onde ele não estava acostumado a fazer.
Segundo especialistas, para combater o problema, o tutor precisa primeiramente identificar a fonte do mesmo e, posteriormente, mudar a rotina do amigo de 4 patas. Procurar um profissional em comportamento canino também é aconselhável.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Cadastro de cães de estimação na cidade de Curitiba

Serviço controla população de animais e estimula guarda responsável. Veterinários conveniados farão instalação de microchips em pets.


Pelo site da rede, lançado pela prefeitura em abril de 2009, é possível cadastrar o animal, com dados da idade, raça, nome e endereço do dono. O serviço pretende facilitar a denúncia de casos de maus-tratos, controlar a população de animais e estimular a guarda responsável.
Ainda de acordo com a administração municipal, existe um serviço que oferece: uma lista de veterinários conveniados para implantar microchips de identificação nos animais. O equipamento vai facilitar a busca pelo pet, no caso de desaparecimento, e do proprietário, no caso de abandono.
E para quem quer adotar um bicho de estimação, o site dedica um espaço especial para animais abandonados e divulga o endereço de quatro instituições onde podem ser adotados. Há ainda dicas de básicas de alimentação, higiene, atividades físicas e cuidados médicos.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Cães também sofrem de rinite

É na baixa umidade do ar que os problemas respiratórios caninos se agravam, como a rinite, que provoca espirros frequentes, coriza, coceira na garganta e no nariz dos cães afetados. Rinite é o nome dado à inflamação da membrana do nariz, causada por reações alérgicas. Normalmente surge na infância ou na juventude dos cães.

A secreção nasal é um sinal constante. Esta começa serosa e fina, passa a estágios mucosos e finalmente se torna mucopurulenta. Partículas de sangue podem estar presentes. A secreção pode ser acre, neste caso a escoriação da narina será vista, e quando as secreções mucopurulentas forem persistentes, elas impedirão a respiração por causa da obstrução das narinas.
O processo inflamatório da rinite normalmente se inicia por algum fator de irritação, mas a inflamação secundária logo se instala, o que muda o caráter da secreção. Os organismos estafilococos normalmente estão implicados nestes casos.

 
Cuidados a serem tomados
Devem-se tomar alguns cuidados com cães que tenham crises de rinites, como: não ter próximo deste cão tapetes e cortinas. E os brinquedos destes cães alérgicos devem ser laváveis.
Na hora da limpeza, é proibido varrer a casa, deve-se preferir o uso de aspirador e do pano úmido.
Cão com rinite tem que beber bastante líquido e não ficar próximo de fumantes. Ele precisa privilegiar de ambientes arejados e deve tomar sol nos horários em que os raios estejam mais fracos.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Os piores cães do mundo (do cinema é claro)

Hiperativo, labrador do filme 'Marley e eu' bagunçava a casa toda.

Foto: Divulgação

Animado e hiperativo, Marley bagunça a casa toda em ''Marley e eu'' (Foto: Divulgação)

Em ''Marley e eu'', o labrador que dá nome ao filme é tão fofo quanto bagunceiro. Seus donos, ao deixá-lo sozinho em casa, encontram tudo de pernas para o ar. Hiperativo, é até difícil conseguir levá-lo para passear, pois Marley gosta mesmo é de correr (e de preferência atrás de outros animais). Tudo isso faz com que seu dono (interpretado por Owen Wilson) diga que ele é o pior cão do mundo.
 Esqueça Lassie, sua pose aristocrática e os longos pêlos sedosos. Deixe para trás os cãezinhos fofos, mansos e sem personalidade. A exemplo de Marley, que apesar de atrapalhado, bagunceiro e destruidor foi o melhor companheiro que seu dono poderia querer, o G1 fez uma lista com os dez piores cães do mundo (do cinema). Veja abaixo e dê sua opinião. 


  Foto: Reprodução Foto: Reprodução


Puffy – “Quem vai ficar com Mary?” (1998)
Na comédia dos irmãos Farrely, o pequeno e descabelado Puffy foi o responsável por seqüências clássicas, como a respiração boca-a-boca de Matt Dilon no cachorro e a briga entre o cão e Ben Stiller (incluída até nos extras do DVD e premiada no MTV Movie Awards de 1999) –que inclusive teve fim trágico para o animalzinho, que despencou janela abaixo e teve de ser completamente engessado.
Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação
Verdell - “Melhor é impossível” (1997)
A parceria de Jack Nicholson com o espirituoso cão da raça griffon de Bruxelas marcou a história do cinema. Rude e anti-social, o personagem de Nicholson faz questão de não se relacionar com ninguém, especialmente com animaizinhos de estimação, mas acaba tendo que cuidar do genioso cachorro de seu vizinho.
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Frank – “Homens de preto” (1997 e 2002)
O pug ganhou destaque na continuação do filme, entrando em ação com o agente vivido por Will Smith, tentando resgatar o personagem de Tommy Lee Jones e tentando traze-lo de volta à Terra. Frank ficou imortalizado com sua versão de "I will survive", cantada na janela do carro guiado por Smith.
  Foto: Reprodução Foto: Reprodução


Einstein – “De volta para o futuro” (1985)
O cão batizado com o nome do famoso cientista foi o primeiro ser vivo a viajar no tempo, pelo menos de acordo com o filme protagonizado por Michael J. Fox. Na história, Doc Brown (Christopher Lloyd) constrói uma máquina do tempo e envia Einstein, como teste, um minuto para o futuro.
  Foto: Divulgação Foto: Divulgação


Milo – “Maskara” (1994)
Fiel companheiro do personagem de Jim Carrey, acaba ele próprio a usando a tal máscara de Loki, que deu a seu dono superpoderes. Milo, interpretado por um jack russel terrier, roubou a cena na comédia e conquistou os fãs do Maskara.
Foto: Reprodução Foto: Reprodução


Vagabundo – “A Dama e o Vagabundo” (1955)
Gentil, heróico e romântico, Vagabundo é um dos cães mais espertos da história do cinema. Ele sabe se virar nas ruas, quando a situação se complica, e não encontra dificuldades para conquistar o coração da meiga Dama, com quem divide uma macarronada, na clássica cena da foto ao lado.
Foto: Divulgação Foto: Divulgação


Scooby-doo – “Scooby-doo” (2002)
O desenho animado era mais bacana, mas o filme com Freddie Prinze Jr., Sarah Michelle Gellar e Matthew Lillard manteve o espírito aventureiro do cão mais medroso e guloso do cinema.
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Bruiser – “Legalmente loira” (2001 e 2003)
O companheiro fashion de Reese Whiterspoon ganha mais espaço na segunda parte da história, na qual freqüenta o Congresso americano, empresta seu nome a uma lei (contra o teste de cosméticos em animais) e ainda mostra vanguardismo ao se assumir gay e encontrar um cão namorado.
Foto: Reprodução Foto: Reprodução


Fofo – “Harry Potter e a pedra filosofal” (2001)
O cão gigante de três cabeças de Hagrid guardava a câmara onde a Pedra Filosofal estava escondida e quase matou Harry e seus amigos de susto. Mas ele tinha um ponto fraco: não resistia e caia no sono toda vez que ouvia música. Ainda bem!
Foto: Divulgação Foto: Divulgação


 Soquinho – "Rocky Balboa" (2006)
Adotado pelo personagem de Sylvester Stallone, Soquinho era chamado de feio por todos, mas o lutador sempre achou que na verdade ele era fofo. O cãozinho acompanhou seu novo dono em sua volta por cima no mundo do boxe, inclusive participando ativamente das corridas diárias, mesmo quando estava nevando (e ele ganhou seu próprio moletom, combinando com o do dono!).

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Nutrição e Treino de cães

Cálcio e vitamina D

Hoje em dia há um crescente aumento de suplementos vitamínicos em lojas especializadas para cães, especialmente contendo cálcio e vitamina D. O cálcio é muito importante, pois além de conferir rigidez aos ossos ele é necessário para a contração dos músculos, coagulação do sangue, excitação nervosa entre outros, mas sua falta, como sua super-suplementação, pode ser muito prejudicial. Já a vitamina D aumenta a absorção de cálcio no intestino e participa da formação do tecido ósseo.
O que provoca o excesso e a falta de cálcio?
Excesso de cálcio: Todas as rações fabricadas já têm o nível necessário para o crescimento e manutenção animal sendo desnecessária sua suplementação. A suplementação de cálcio pode interferir no processo de crescimento e modelamento da forma dos ossos, associada à obesidade pode trazer muitas doenças como: alterações esqueléticas e articulares, retardo do crescimento agravar uma displasia coxofemoral entre outras.
Falta de cálcio: A falta de cálcio na dieta poderá causar enfraquecimento dos ossos, entortamento das pernas, além cão ficar mais propenso a fraturas.
O que provoca o excesso e a falta de vitamina D?
Excesso de vitamina D: Aumenta a absorção de cálcio, provocando seu deposito em locais inadequados como: artérias, coração e músculos.
O mais adequado para você que quer seu cão adulto ou filhote crescendo saudável e com um bom nível de nutrientes, é dar uma boa ração de uma marca de confiança conforme o peso e idade do filhote, essa ração já irá apresentar um bom nível de nutrientes com uma ampla margem de segurança para diversos nutrientes como cálcio e a vitamina D. As diferenças entre as principais rações no mercado são a matéria prima, os ingredientes usados e os níveis energéticos e protéicos.
Quando fazer uso de suplementação de cálcio?
Só pense em fazer uso de suplementação de cálcio caso seu cão se alimente de ração caseira, no mercado temos uma variedade de suplementos à base de cálcio.
Suplementação durante a gestação
A suplementação na gestação principalmente de cálcio e vitamina D pode acarretar problemas como calcificações metastáticas e deformidades fetais. Existem inúmeros estudos mostrando que a super-suplementação como a falta de cálcio no pré parto pode provocar diversos distúrbios entre eles a eclampsia.
Na gestação ocorre uma maior necessidade de calorias e nutrientes como cálcio e vitamina D, que serão supridos naturalmente pelo maior apetite da fêmea durante a gestação e a lactação.
Guilherme Villaboim de Carvalho é nutricionista especialista em condicionamento físico canino, criador de cães proprietário do canil HardGameness.