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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Marley: O labrador mais neurótico e famoso do mundo

Marley é o cachorro labrador neurótico do best-seller de John Grogan que ficou com ele durante 13 anos e o fez passar por muita coisa. A  obra vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.
John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse e tinha medo de raios e trovões. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional, e por ser tão especial John Grogan escreveu o Best-seller " Marley e Eu", que fez muito sucesso que acabou sendo retratado no cinema. O filme traz Owen Wilson como John Grogan e Jennifer Aniston como sua esposa, Jenny. O Filme estreou no Brasil em 16 de janeiro de 2009. 




segunda-feira, 26 de julho de 2010

Cães podem ajudar na cura de doenças


       Nossos melhores amigos são mais parecidos conosco do que se poderia imaginar. Os cães podem trazer uma série de benefícios terapêuticos aos humanos e, de acordo com alguns estudos, tais semelhanças podem ser a chave para descobrir a cura para algumas doenças.
      Segundo o jornal americano Sun Herald, a composição genética dos seres humanos e dos cães são 85% similares, e ambas as espécies sofrem cerca de 400 tipos das mesmas doenças. Os cientistas estão encontrando uma forte ligação entre a saúde humana e a animal. Constatou-se que a saúde dos cachorros pode afetar diretamente a dos humanos.
      A American Kennel Club Canine Health Foundation realizou estudos que revelaram resultados surpreendentes. Os pesquisadores conseguiram isolar o gene que provoca cegueira noturna em cães da raça Briard. Eles descobriram que o mesmo gene também era responsável pela amaurose congênita de Leber, uma doença humana que tem início na infância e causa cegueira na idade adulta se não tratada. Devido a esta pesquisa, a terapia gênica tem sido desenvolvida para tratar os jovens com a doença.
Outros pesquisadores conseguiram isolar um o gene que causa a doença na medula espinhal dos cães, como a doença de Lou Gehrig nos humanos, um tipo de esclerose. Em razão dessas semelhanças entre cachorros e humanos, há esperança de que a evolução no tratamento da doença canina ajude na investigação da doença de Lou Gehrig em humanos.
Pesquisas sobre câncer em cães também estão relacionadas diretamente com a investigação da doença nos humanos. Como a longevidade dos animais é menor, os cientistas podem estudar o câncer mais neles e conseguir resultados mais rápidos para a cura nos humanos.
Fonte: PetMag

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Convívio com cães favorece sistema imunológico e reduz estresse


 
Acariciar um cão pode elevar os níveis de anticorpos que evitam a proliferação de vírus e bactérias.


© HannaMonika/Shutterstock

A convivência com animais de estimação pode contribuir não só para o bem-estar psicológico, mas também para a prevenção e tratamento de várias patologias. A conclusão tem como base a revisão de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, realizado por pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades. Os cientistas destacam, por exemplo, a melhora da imunidade de crianças e adultos, a redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. O objetivo do mapeamento, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), era enfatizar informações relevantes e pouco conhecidas sobre os benefícios sociais, psicológicos e físicos na relação entre o homem e o animal.

De acordo com o levantamento, as vantagens independem da idade. Os pesquisadores da USP citam, por exemplo, um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães. Certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em crianças de um ano quando expostas precocemente à presença de um cão. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas por volta dos 4 anos e dos 6 aos 7, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, afirma. De acordo com a pesquisa ainda há resistência de pessoas com filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de famílias com crianças até 9 anos. Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.
Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos e outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos também apontam benefícios. Profissionais que viviam em condições de estresse e faziam controle do problema com medicação foram divididos em dois grupos: os que tinham cachorro ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, foi constatado que as taxas de pressão sanguínea diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação aqueles que não possuíam os animais.
 
 

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Empresa cria sorvetes para cães em Londres

Há sorvetes nos sabores de presunto e frango.
Novidade foi criada pela 'Boomerang Pets Party'.

Uma empresa de festas para animais de estimação lançou uma novidade em Londres (Inglaterra). A "Boomerang Pets Party" criou sorvetes para cães. Há sorvetes nos sabores de presunto e frango. Uma van vendeu a novidade neste sábado no parque Regents.
Empresa criou sorvetes para cães. 
Empresa criou sorvetes para cães. (Foto: Divulgação)
Fonte: G1

Americanos tratam seus cachorros como filhos

O cachorro é o melhor amigo do homem, mas para muitos donos nos Estados Unidos, esse animal de estimação é como se fosse um filho. Os cuidados com os cães são muitos, além de levá-los a pet shop, os bichinhos frequentam creches e fazem exercícios para se manter em forma. 

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera

Cadela Shirley já  evitou que a britânica Rebecca Farrar, de 6 anos, entrasse em colapso por queda do nível de açúcar no sangue.
Um cão labrador treinado para detectar a queda do nível de açúcar no sangue de seres humanos vem ajudando uma menina britânica de seis anos a evitar entrar em coma por causa de diabetes.
A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1.
“Ela salva a minha vida”, diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. “Ela é minha melhor amiga.”
Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes.

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Rebecca e a cadela Shirley. (Foto: BBC)

O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez.
Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Dessa forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.
“Shirley percebe (a queda no nível de açúcar) bem rapidamente e começa a lamber as mãos e pernas de Rebecca até ela tomar uma Coca-cola ou ingerir açúcar, que elevam seus níveis de açúcar novamente. Quando a taxa está muito alta, Shirley também sente e dá o alerta”, explica a mãe de Rebecca, Claire.
A mãe lembra de um episódio em que ninguém percebeu que a taxa de açúcar de Rebecca estava caindo até  Shirley dar o precioso alerta.
“Nós não tínhamos ideia de que ela estava com a taxa de açúcar baixa. Ela estava dançando em um clube com seu irmão gêmeo, Joseph, e quando os dois voltaram à  mesa para tomar algo, Shirley começou a lamber as mãos de Rebecca. O kit de primeiros-socorros estava embaixo da mesa e Shirley foi até lá e pegou um exame de nível de açúcar”, conta Claire.
“Ela deu o exame a Rebecca e começamos a desconfiar que tinha algo de errado. Fizemos o teste, e o nível estava bem baixo. Se eu não tivesse Shirley, Rebecca teria entrado em colapso. E quando isso ocorre, ela entra em um sono tão profundo que se tentamos colocar açúcar em sua boca, ela engasga.”
A presença de Shirley na casa também tornou a vida de toda família mais fácil.
“Ela tinha um colapso a cada dois dias. Às vezes eu a socorria apenas pouco antes de ela entrar em um colapso muito sério, outras vezes eu tinha de chamar a ambulância”, conta Claire.
“Mas agora temos Shirley e ela detecta a queda no nível de açúcar antes de Rebecca perceber o problema.”
Claire conta que também consegue ter noites de sono mais tranquilas, sem medo de a filha ter algum problema durante a noite, como ocorria antes de Shirley dormir ao lado da cama de Rebecca.
A entidade beneficente que deu Shirley à família treina cachorros para detectar todo tipo de doença, incluindo câncer.
“O que nós descobrimos nos últimos cinco anos é que cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar”, diz ClaireGuest, da organização Cancer & Bio-detection.
G1 E BBC

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Labrador - Cão ideal pra quem gosta de ter o amigo canino sempre perto


labrador2

“Ágil, com excelente faro, apaixonado por água, grande capacidade de adaptação, companheiro fiel, inteligente, com muita vontade de agradar e sem traços de timidez.” É dessa forma que a Confederação Brasileira de Cinofilia descreve o comportamento do labrador, uma raça que vem ganhando cada vez mais admiradores no Brasil.
O labrador é o cão ideal para pessoas que realmente gostam de cachorro. Aprecia muito a companhia do dono e tende a ficar deprimido e/ou entediado quando é deixado sozinho. Geralmente, é aí que conhecemos a capacidade de destruição de um labrador! Eles começam a procurar coisas para fazer e acabam pegando alguns objetos da casa para se distrair. Por isso, se você pensa em adquirir um labrador, terá que disponibilizar um tempo para brincar e interagir com seu amigo. É uma raça de comportamento ativo, sendo assim precisa de exercícios regulares. Também precisa de brinquedos interessantes e que possa destruir sem que afete sua saúde.
A raça pode apresentar uma predisposição a desenvolver a displasia coxofemural. Por isso, ao adquirir um filhote, peça os testes dos pais para esta doença. É desejável que os pais apresentem a letra A, ou, no máximo, B, como resultado deste teste. Animais C apresentam grandes chances de desenvolver a doença e, consequentemente, seus filhotes também ficam mais suscetíveis. O seu cão também deve ser submetido a este teste, especialmente se estiver com algum sintoma. Esta doença se caracteriza pela má formação da articulação coxofemural, isto é, a inserção do membro traseiro na cintura pélvica. O animal afetado começa a sentir dor e mancar quando anda, principalmente nos pisos mais escorregadios. Por isso, é importante que seu labrador não fique acima do peso, e faça exercícios regularmente, de preferência em pisos ásperos, que não escorregam.
O labrador é um ótimo cão para companhia. É muito inteligente e aprende com facilidade. Para que a relação seja sempre sadia, procure satisfazer as necessidades de seu amigo, tanto em relação a abrigo, alimento e água fresca, como cuidados com saúde, educação, afeto e muito carinho.
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Texto: Caroline Serratto (Adestradora Cão Cidadão)

Quanto equivale a idade de um cão em relação a de um ser humano?

Você já deve ter ouvido que cada ano de vida de um cão equivale a sete anos de um ser humano. Pois esta afirmação não está correta. A análise da idade de um cão, em termos de evolução de etadas da vida (juventude, maturidade, velhice, etc), depende de outros fatores além da passagem de tempo.
Raças grandes, por exemplo, vivem menos enquanto raças menores, vivem mais. Um Yorkshire com 8 anos é um cão adulto (equivalente a um homem de 46 anos), enquanto um Dogue Alemão com a mesma idade já é um cão idoso (equivalente a um homem de 75 anos).
Conhecer estas correlações nos ajuda a entender o comportamento dos nossos animais. Veja aqui uma interessante tabela com a equivalência (aproximada) entre a idade dos cães e a do homem.
idade_500

Como enchergam os cães? A Visão deles é em cores?

Os cães enchergam cores, mas porém não tão nitidamente como os humanos, se engana quem pensava que eles enchergavam tudo preto e branco.
Entender o que seu cão "vê" pode significar a diferença entre um percurso limpo e a derrubada de uma barra ou saltar sobre uma zona de contato. Se você deseja ententer melhor a visão canina, primeiro você precisa reconhecer que os cães enxergam como um humano cego para as cores.
Os cães são cegos para o vermelho e o verde. Eles enxergam um mundo mais brilhante e menos detalhado quando comparados com os humanos. A visão periférica é melhor que a dos humanos (cães vêem mais do mundo), mas a distância não é avaliada tão bem. Os cães excedem na visão noturna e na detecção de objetos em movimento.
Essas diferenças na capacidade visual fazem sentido à luz da teoria da evolução. Uma boa percepção de profundidade e acuidade visual são necessárias para os primatas (dos quais os humanos evoluiram) saltarem pelos galhos das árvores. Uma boa visão de cores permite aos primatas escolherem as frutas mais maduras e nutritivas. Os canídeos, por outro lado, são bem adaptados como caçadores noturnos de presas camufladas.

Particularidades
1. Cores
Os cães enxergam, de certa forma, como um humano daltônico, isto é, eles são cegos para cores vermelho e verde (ocorre em 4% dos homens). Simplificando, isso ocorre devido ao fato deles terem somente dois tipos de cones ao invés de três (as células sensíveis à luz incluem os cones e bastonetes).
2. Detalhamento ou Acuidade
Uma vez que os cães não possuem fúlvea (ou área com 100% de cones), sua visão para detalhes é estimada (grosseiramente) como seis vezes menor que a de um humano médio.
3. Visão Noturna
Os cães têm uma visão noturna muito melhor por duas razões:
§ Eles têm mais bastonetes (que permitem a visão noturna)
§ Eles têm uma estrutura chamada Tapetum Lucidum, que é uma superfície reflexiva atrás da retina (área que inclui as células sensíveis à luz) que reflete a luz atrás dela (dá o estranho brilho à noite).
4. Sensibilidade ao Movimento
Os cães são mais capazes de detectar movimentos.
5. Profundidade & Campo
A figura mostra o campo de visão de um homem e de um cão. Devido à posição dos olhos, humanos têm uma sobreposição do campo de visão de cada olho num ângulo de 140 graus; nos cães essa sobreposição gira em torno de 100 graus.
Como resultado, o cão tem uma capacidade limitada de acomodação (foco em elementos a distâncias diferentes), mas uma largura geral de campo que permite a eles ver mais do mundo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Quantas palavras os cães entendem?

"Eu vou ensinar 100 palavras ao meu cão" (I'll Teach My Dog 100 Words), diz o garoto na história infantil que leva esse título. Mas ele pode fazer isso? Os donos de cães adoram falar sobre a inteligência canina. Por isso, para eles não chega a ser uma surpresa que pesquisas confirmem que os cães têm uma profunda capacidade mental. Porém, quanto da nossa linguagem os cães realmente compreendem?
Idoso falando com cão
Dirk Anschutz/Taxi Collection/Getty Images
Os cães podem nos entender quando falamos com eles ou estamos apenas perdendo nosso tempo?
Com certeza, a maioria dos cães compreende o básico: "pegue", "sente" e "fique", mas, se você tiver motivação e paciência, provavelmente poderá ensinar ao seu cão até mesmo mais do que 100 palavras. Stanley Coren, um psicólogo que fez uma quantidade significativa de pesquisas sobre a inteligência canina sugere que o cão treinado conhece cerca de 160 palavras [fonte: Coren (em inglês)]. Alguns cães até possuem um vocabulário tão vasto quanto o dos bebês humanos.
Pelo menos desde os anos 70, quando os pesquisadores treinaram com sucesso chimpanzés para usar e ler palavras em uma linguagem de sinais, nós sabemos que a linguagem, em um sentido amplo do termo, não é exclusividade dos humanos. Os animais têm potencial cerebral para compreender a linguagem humana e usar suas próprias linguagens de formas surpreendentemente profundas. Sabemos que os papagaios podem ser treinados para falar palavras humanas. E cães reagem à palavra "passear" abanando o rabo.

Capacidade de compreensão de linguagem de um cão

Após ter sido apresentado em um programa de televisão por sua capacidade de compreender 200 palavras, um border collie chamado Rico intrigou alguns pesquisadores no instituto Max Planck. Esses pesquisadores questionavam se poderiam levar Rico a executar alguns experimentos a fim de descobrir até onde poderiam estender sua habilidade com as linguagens. A resposta: surpreendentemente longe.
Em um primeiro momento, os pesquisadores quiseram verificar se Rico, em um ambiente controlado, realmente conhecia 200 palavras. Para isso, eles usaram 10 objetos que Rico conhecia. Ao comando verbal de seu dono, eles pediram para ele pegar um item específico de uma sala separada. Rico se saiu muito bem nessa tarefa, mas os pesquisadores queriam desafiá-lo ainda mais. Em seguida, eles escolheram um novo item, um que Rico nunca havia visto em sua vida, e o colocaram na sala entre os itens familiares. O dono pediu o novo item pelo nome, e eis que Rico trouxe o novo item.
Os pesquisadores executaram esse teste diversas vezes, sempre pedindo um novo item, e viram que Rico, em 70% das vezes, levava o item correto. Isso demonstrou que o cão não apenas tinha um grande vocabulário, mas também sabia como usar o processo de eliminação.
Impressionados, os pesquisadores fizeram com Rico um teste ainda mais difícil. Eles queriam descobrir se o cão poderia lembrar dos itens que aprendeu no experimento depois de apenas uma exposição, um processo chamado de mapeamento rápido, que as crianças são capazes de fazer facilmente. Um mês depois de Rico ter provado suas capacidades de linguagem no laboratório, os pesquisadores o trouxeram de volta. Dessa vez, eles colocaram um dos novos itens (que Rico pegou corretamente no mês anterior) em uma sala com quatro itens familiares e outros quatro não-familiares. Quando o seu dono pediu, Rico conseguiu pegar corretamente o item em 50% das vezes. Embora possa não parecer nada notável, para os pesquisadores foi muito, pois essa taxa de sucesso é comparável à de uma criança de 3 anos.
Porém, comparar ou não a "compreensão" que um cão tem de uma palavra com a compreensão de uma criança é outra história. A fim de tratar dessa questão, deveremos ter uma base melhor sobre como funciona a linguagem e faremos isso na próxima página.

O que significa para os animais entender palavras?

Quando as crianças aprendem a linguagem, elas começam associando sons a objetos ou a idéias. Por exemplo, se uma criança ouve a palavra "mamadeira" toda vez que lhe dão uma mamadeira, ela vai acabar aprendendo a conectar o som da palavra ao objeto. Dessa forma, as crianças entendem as palavras antes de aprender a expressá-las. Alguém poderia dizer que o mesmo acontece com os cães. Os cães só não chegam ao próximo passo: falar. Porém, comparar ou não a "compreensão" que um cão tem de uma palavra à compreensão de uma criança é outra história.
bebê pegando uma garrafa
Marcy Maloy/ Digital Vision Collection/Getty Images
A maneira como o bebê aprende a palavra "mamadeira" é semelhante, em alguns aspectos, à forma de um cão
aprender as palavras
Quando uma criança aprende uma palavra como "lápis" ela associa a palavra ao conceito de um instrumento de escrita em uma variedade de maneiras (chegando a cometer o engano de chamar uma caneta de "lápis" depois de ver alguém usando uma para escrever). Por outro lado, os cães provavelmente aprendem a palavra "caneta" como um som que desencadeia uma resposta: "traga-me a caneta e eu te darei um petisco", por exemplo.
Como os cães muito provavelmente não compreendem conceitos abstratos, eles não podem entender as palavras que se referem a tais conceitos. Por exemplo, humanos entendem idéias como "amor", "ódio", "crenças" e "descuido". Essas idéias não são necessariamente relacionadas a um objeto ou a uma ação específica. Idéias que se referem a coisas específicas são chamadas de conceitos concretos. Então, quando dizemos aos cães que os amamos, isso provavelmente não signifique tanto para eles quanto a palavra "petisco". Algumas pessoas podem dizer que até encontrarmos uma maneira de interpretar a mente de um cão, não poderemos dizer em definitivo se os cães entendem ou não conceitos abstratos. Até onde sabemos, os cães só compreendem palavras que se referem a coisas concretas.
Podemos dizer que os cães entendem a linguagem? Isso depende da definição de linguagem, que é discutível. Se a linguagem indica o processo de comunicar um estímulo particular (uma palavra) para produzir uma determinada reação, então os cães definitivamente compreendem a linguagem. Porém, para muitos lingüistas - pessoas que estudam a linguagem - a definição apropriada de linguagem deve ser aprofundada.
Alguns lingüistas acreditam que a linguagem precisa de sentenças com sintaxe. A sintaxe se refere à forma com que as palavras se relacionam entre si em uma frase, baseadas em um sistema de regras estruturadas, como a ordem das palavras. Por exemplo, apesar de ambas as frases possuírem as mesmas palavras, a frase "o cão morde o homem" significa o oposto de "o homem morde o cão". Seguindo essa definição mais rígida de linguagem, os cães não compreendem linguagem porque não há motivos para acreditar que eles compreendam as frases dessa forma. Mesmo os bebês podem diferenciar as partes do discurso, como verbos e substantivos, o que um cão provavelmente não consegue [fonte: Kaminski]. Alguém pode dizer que, se os cães não podem usar a sintaxe como as crianças, então eles não podem realmente entender uma palavra porque eles não entendem como ela se relaciona a outras palavras.
Mas se os cães realmente não podem compreender a linguagem como os humanos, por que eles parecem nos entender tão profundamente? Certos estudos mostram que os cachorros reconhecem os gestos humanos como pistas melhor que outros animais, como os macacos de grande porte [fonte: Hare]. Assim, quando os cães parecem compreender nossas palavras, eles na verdade devem apenas estar lendo a nossa linguagem corporal ou nosso tom de voz.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Curiosidade: Labrador Vincent - Seriado Lost

Vincent

Primeira aparição
Última aparição

Última aparição diferencial
{{{Lastdif}}}
Episódios Centrais
{{{Flashback1}}}
Nome
Vincent
Status
Vivo
Data de Nascimento
Desconhecida
Data da Morte
{{{DOD}}}
Origem
Profissões
Cachorro
Família
Desconhecida
Na Austrália...
Era o cachorro de Brian Porter
Indo para Los Angeles...
Indo para os E.U.A. viver com Michael e Walt

Vincent é o cachorro de Walt, e o único sobrevivente não-humano conhecido do voo 815. Ele também passou por muito na Ilha, assim como os humanos, e também ajudou. Ajudou por exemplo, a encontrar a Kombi da DHARMA. Vincent continua na Ilha após ela ser movida.
Curiosidades da Ilha
Vincent é o labrador amarelo de Walt. Ele pertencia a Brian Porter, o pai adotivo de Walt. Após a morte de Susan, mãe de Walt, Michael tomou Vincent de Brian sem sua permissão. Quando Walt questionou, dizendo que Vincent pertencia a Brian, Michael disse a Walt que Brian deu o cachorro a ele. Ele fez isso tanto pra consolar seu filho quanto por causa do seu descontentamento em relação a Brian. Durante o vôo 815 da Oceanic, Vincent estava provavelmente no compartimento de bagagem do avião.

Na Ilha

1ª Temporada


Vincent na floresta
Vincent foi visto primeiro por Jack depois do acidente] vagueando livre na floresta. ("Pilot, Parte 1") Walt gastou a maior parte do seu tempo, logo que caiu na ilha, procurando por Vincent, criando assim conflito com Michael, que queria que Walt ficasse por perto. Quando Michael mencionou sobre Vincent para Jack, Jack revelou que o cachorro estava bem. Depois, Vincent retornou ao acampamento quando Locke usou o apito que ele tinha construído. Locke levou Vincent a Michael para que ele o levasse a Walt, fazendo assim com que se reconciliasse com seu filho.
Quando Walt partiu com Michael pra buscar resgate na balsa, ele deixou Vincent sob os cuidados de Shannon. Vincent tentou nadar até Walt mas logo retornou a praia, talvez sentindo que algo de ruim iria acontecer com a balsa e com Walt.("Exodus: Parte 2") Nos dias seguintes, Vincent serviu como uma fonte de conforto e distração para Shannon, que tinha recentemente sofrido a perda de seu irmão, Boone.

2ª Temporada

Após a morte de Shannon, o sequestro de Walt e desaparecimento de Michael, Vincent fez companhia a Ana-Lucia quando ela se juntou aos sobreviventes na praia. A amizade deles durou pouco, sendo que Michael matou Ana Lúcia quando retornou.
Vicent também estava presente antes de Charlie atacar Sun, embora ele não tenha latido nem a defendido. É possível que, se ele ainda estive por perto, tenha reconhecido Charlie e por isso não viu nenhuma razão para fazer alarde. ("The Long Con")

Vincent puxa o cobertor que cobria os corpos de Nikki e Paulo
Vincent fez amizade com vários personagens na ilha, e não tem um "dono" próprio por esse motivo. Ele foi visto com Sawyer, que estava o alimentando e cuidando dele. ("S.O.S.") Ele encontrou as estátuas da Virgem Maria na tenda de Saywer e levou até Charlie. ("Three Minutes").

3ª Temporada

Vincent surgiu da floresta ante Hurley e Charlie com um esqueleto de braço humano em sua boca. A mão segurava um chaveiro com uma chave e um pé de coelho. Ele conduziu Hurley por dentro da floresta, e eventualmente até a Kombi da Dharma daonde tirou a chave e o esqueleto. Vincent permaneceu com Hurley, Charlie, Jin, e Sawyer enquanto eles olhavam a kombi, e depois embarcou com eles na jornada onde Hurley fez a kombi funcionar. ("Tricia Tanaka is Dead")
Vincent retirou a coberta de Paulo e Nikki quando estavam paralizados e enquanto os sobreviventes presumiam que estavam mortos e preparavam seu enterro. É muito provável que Vincent soubesse que ainda estavam vivos, levando em conta a alta percepção própria dos cachorros.("Exposé")
Mais tarde, quando os sobreviventes vão deixar o acampamento para irem até a torre de rádio, Hurley fica encarregado de levar Vincent em sua coleira ("Greatest Hits"). Mais tarde nota-se que Vincent, enquanto passa pelas rochas, não quer continuar o caminho, tentando puxar Hurley para longe, claro isso também pode ser um erro de gravação, mas labradores geralmente gostam de água.

Vincent com o transponder de Charlotte.

4ª Temporada

Vincent é levado junto para a parte da frente do avião, onde ele vai com o grupo de Locke, já que Claire e Hurley, que estão cuidando do cachorro, escolhem esse grupo. ("The Beginning of the End") No dia seguinte, o grupo de Locke encontra a paraquedista Charlotte no rio. A ruiva explica que tem um transponder, que serviria para o grupo do cargueiro a encontrar, o que Locke responde que eles não querem ser encontrados. Alguém, possivelmente do grupo de Locke, amarra o transponder no corpo de Vincent e esse sai pela floresta e é encontrado pelo grupo de Jack, que pensa que era Charlotte. ("Confirmed Dead")
Dias depois, Vincent é visto sendo acariciando por Jin e Sun, visto que o cachorro havia voltado para a praia quando foi solto por Locke. ("The Other Woman")
Três dias depois, Vincent é quem descobre o corpo de Ray no mar. Ele começa a latir para chamar a atenção do pessoal e Bernard vai ver o que está acontecendo. Assim, Bernard grita por ajuda e Vincent continua latindo para o corpo. ("The Shape of Things to Come")
 

5ª Temporada

Vincent está na praia quando Bernard tenta acender o fogo. Quando as flechas em chamas começam a cair do céu, Vincent é visto correndo para fugir ("The Lie").
Únicos sobreviventes do ataque das flechas de fogo, Rose, Bernard e Vincent acabam ficando em 1974, e, desde então, escondem-se discretamente para viver numa cabana abandonada na selva.
Três anos depois, quando Sawyer, Kate e Juliet escapam do submarino da DHARMA e navegam até a margem, eles descobem Vincent na praia junto com Rose e Bernard. Os três ficam muito satisfeitos em vê-los bem. ("The Incident")

6ª Temporada


Vincent conforta Jack enquanto ele morre.
Após a ilha voltar a 2007, Vincent continua vivendo pacificamente com Rose e Bernard. Em algum momento acredita-se que ele tenha ido à fonte onde Desmond estava preso, como foi provado quando o Homem de Preto apontou pegadas de cachorro no chão. Ele presumivelmente acompanhou o resgate de Desmond que Rose e Bernard fizeram e o retorno ao acampamento. Quando o Homem de Preto se aproxima e leva Desmond, Vincent permanece com seus donos.
Algum tempo depois de Jack ter salvo a ilha e ter saído da fonte, Vincent encontrou Jack no mesmo bambuzal onde eles primeiro se encontraram. Vincent se deitou ao lado de Jack e o confortou enquanto ele morria, sugerindo o ciclo natural da ilha, como também o tema predominante da natureza. ("The End")

Procurando por Vincent

Procurar por Vincent é muito utilizado pelos escritores da série como motivação para que os residentes da Ilha se aventurem floresta adentro. Alguns exemplos:
  • O ataque do urso polar a Walt. ("Special")
  • Quando Locke e Boone encontram Claire após ela ter escapado da estação médica. ("Special")
  • Quando Shannon teve uma visão de Walt. ("Abandoned")
  • Quando Michael retorna a floresta com Jack e Kate.
  • Quando Hurley encontra a Kombi da Dharma tombada. 

Curiosidades

  • Os produtores de Lost estavam planejando um flashback para Vincent no episódio "Exodus: Parte 1" ou "Exodus: Parte 2", porém a imprensa descobriu e eles cancelaram. "O Flashback mostraria Vincent antes de embarcar no avião vendo/presenciando algo misterioso no avião" segundo Damon Lindelof.
  • Vincent foi o primeiro não-humano a ter um mobisódio centrado nele.
  • Vincent é de origem latina e significa Prevalecido. Vem de Vincentius. O nome consequentemente deriva do verbo latim "vincere", que significa "conquistar".
  • Cenas nos extras do DVD da Segunda Temporada mostram Vicent no Barco dos Outros com Walt e Michael. Embora ele nunca tenha sido visto com eles no final do episódio "Live Together, Die Alone", isso levou muitos a acreditarem que Vincent deixou a Ilha com eles. Porém, isso foi desmentido no "Tricia Tanaka is Dead".
  • Há uma fábrica de chocolates chamada Argos no livro Bad Twin.
  • Atualmente, Vincent é interpretado por dois cães. O nome original do primeiro é Madison, uma cadela, enquanto o segundo é Pono, um macho. A maioria dos seriados de TV usam de cadelas, porque o risco de mostrar a genitália do animal é inexistente.
  • "Wally Bole" é um anagrama para "Yellow Lab" (Laboratório Amarelo).
  • Vincent é o segundo personagem a aparecer no "Pilot, Parte 1", após Jack.
  • No podcast de 30 de março, é dito que Vincent é capaz de falar Hebreu através das patas e que ele não irá estrelar o final. Entretanto, era só uma piada.
  • Dentro da cabana de Jacob há uma pintura mostrando um cachorro muito parecido com Vincent. ("The Man Behind the Curtain")
  • É o único personagem confirmado pelos produtores que estará vivo ao final da série.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cães Vira-latas 'são mais inteligentes que cães com pedigree'



Os vira-latas resolvem problemas com mais facilidade.
 Um estudo realizado na Universidade de Aberdeen e de Napier, na Escócia, sugere que cachorros vira-latas são mais inteligentes do que os cães de raça com pedigree.
A pesquisa aplicou sete testes, inclusive de QI, em 80 cachorros. Os animais foram avaliados pelo desempenho nos testes e recebiam nota de até 30 pontos.
De acordo com os cientistas, os vira-latas apresentam melhor noção de espaço e resolvem problemas com mais facilidade do que os cachorros com pedigree.
O estudo indica ainda que dos dez cachorros que apresentaram melhor desempenho nos testes, sete eram vira-latas.
"Ser um cachorro de raça pura não melhora a inteligência", diz David Smith, que liderou o estudo. "O risco de ter problemas médicos também diminui para os vira-latas", afirma.
Testes
Em um dos testes, os cientistas escondiam um osso embaixo de uma lata para observar se os cães conseguiam identificar que o objeto ainda existia.
Em outro teste, os cachorros tiveram que encontrar a saída de um labirinto.
O cachorro mais inteligente foi uma mistura das raças Collie e Spaniel, que atingiu nota máxima em todos os testes.
O segundo lugar foi ocupado por quatro cães com raças misturadas: uma mistura de Labrador com Spaniel, outra de terrierr Jack Russell com Cocker Spaniel, um Pastor Alemão com Labrador e uma Lhasa Apso com Poodle.
Smith aponta ainda que, na média, os filhotes que tinham a raça Collie na mistura eram mais inteligentes que outros cachorros vira-latas.
Segundo Smith, os resultados demonstram que a polícia deveria treinar cães vira-latas e não confiar apenas nos pastores alemães de raça pura.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Cães labradores farejadores clonados

Seis filhotes que teriam sido clonados de um cão farejador habilidoso na Coreia do Sul começaram a trabalhar no país.
A alfândega sul-coreana diz que os cachorros foram clonados de um labrador canadense chamado Chase, que se aposentou na semana passada depois de passar nove anos procurando narcóticos no Aeroporto Internacional de Incheon.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Cão usa uniforme e chama atenção em loja de conveniência nos EUA

Cena incomum pode ser vista em Clearwater, na Flórida.
Cão se tornou uma celebridade entre os frequentadores da loja.
Uma cena que acontece várias vezes todos os dias em uma loja de conveniência de um posto de combustível em Clearwater, no estado da Flórida (EUA), tem chamado atenção. Em vez de um balconista, os clientes se deparam com um cão quando tocam a campainha do "drive-through", segundo reportagem publicada pelo jornal "St. Petersburg Times".

Foto: Reprodução/St. Petersburg Times

Labrador 'Cody' virou estrela em loja de conveniência. (Foto: Reprodução/St. Petersburg Times)

O Labrador retriever chamado "Cody" usa, inclusive, uniforme. "Enquanto está aqui, ele é um empregado. E minha regra é: 'todos os funcionários precisam usar camisa'", afirmou a proprietária da loja e do animal, Karim Mansour.

Segundo ela, quando ouve alguém tocar a campainha do "drive-through", o cão saiu correndo e fica com as patas sobre a janela, para espanto de alguns clientes desavisados. Karim contou que tudo começou há cinco meses, quando ela decidiu levar seu cachorro para loja.

De acordo com a reportagem do periódico americano, "Cody" é bastante amigável com todas as pessoas e se tornou uma celebridade entre os frequentadores da loja. "Ele é adorável", disse a cliente Candy Thompson.

Saiba tudo que você precisa para viajar de avião com seu cão

Por Equipe Cão Cidadão
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Se nessas férias você vai viajar de avião com o seu cachorro, saiba que além de colocar os brinquedos e ossinhos dele na bagagem, você tem que ficar atento a alguns detalhes muito importantes.
O principal deles é saber qual a documentação necessária para que ele possa embarcar com você. Geralmente, você tem que levar a guia de transporte do animal, um atestado de saúde e o comprovante de vacinação. Mas o ideal é consultar a companhia aérea no momento em que comprar as passagens, pois alguns destinos internacionais são bem rigorosos com a entrada de animais estrangeiros.
Para fazer uma viagem tranquila, algumas companhias aéreas costumam dar sedativo ao cachorro para que ele fique mais calmo dentro da caixa de transporte. Se esse for esse o seu caso, evite que esta seja a primeira vez que o seu cachorro passa por essa situação. Consulte um veterinário de sua confiança sobre a possibilidade de dar o sedativo dias antes do voo, e observe a reação do cão ao medicamento. Isso porque, alguns remédios podem causar efeito contrário e o cachorro, ao invés de calmo, ele pode ficar bem mais agitado. O mesmo vale para a caixa de transporte. O ideal é que o seu cachorro já esteja acostumado a dormir dentro dela. Importante: o cão deve conseguir ficar em pé e dar uma volta dentro da caixa de transporte. Se isso não acontecer, providencie uma outra caixa maior, que seja mais adequada ao tamanho dele.
Seguindo estas dicas você e seu cão terão um voo tranquilo e chegarão mais dispostos para aproveitar bastante a viagem!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Esportes radicais para cães

Esportes radicais para cães

O mundo animal vem abrindo cada vez mais espaço, fazendo com que o “Melhor amigo do homem” seja sempre companheiro em tudo. Já inventaram roupas de todos os estilos para os cães e gatos, mas a mídia mostra que não é somente no modo de se vestir que os animais domésticos ficam parecidos com seus donos, agora, resolveram adaptar ao cachorro, formas dele se divertir com o dono, pode ser um pouco estranho, mas os donos garantem que não fazem nada que o animal não goste ou que seja prejudicial a ele.
Em Brotas no interior de São Paulo uma equipe especializada em rafting, lançou uma aventura para cães, a mesma segurança que é oferecida aos donos, é para os cães, agora é possível descer um rio bravo com seu cão para dividir a adrenalina. Alguns não têm muita intimidade com a água, ao contrário da raça Labrador que adora nadar, eles têm a tendência de seguir seus donos, seja para a pesca, no lago, na praia ou cachoeira. Um dos esportes mais procurados que buscam treinar a inteligência e educação dos animais é o agility, que é uma forma de competição para cães é a melhor forma de dono e cachorro interagirem juntos, e existem campeonatos com premiação e tudo mais. Trata-se de um circuito de obstáculos que o cão tem que percorrer no menor tempo possível, sem errar, na Finlândia é considerado o segundo esporte mais popular do país, no EUA é transmitido pela TV, e na França são oito mil competidores.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Labrador surfista vira atração em praia catarinense

Cher tem 45 quilos e encara as ondas há 10 anos no litoral de Santa Catarina.
Ela vai até a praia de carona na motocicleta de seu dono.
Do G1, em São Paulo, com informações do Diário Catarinense

Foto: Marcelo Becker/Diário Catarinense/Ag.RBS 
Marcelo Becker/Diário Catarinense/Ag.RBS
Cher surfa desde 1998 no litoral catarinense (Foto: Marcelo Becker/Diário Catarinense/Ag.RBS)
Os surfistas da Praia do Rosa, em Santa Catarina, ganharam uma inusitada concorrente, que se destaca pela coragem no mar e a habilidade com a prancha. É a cachorra Cher, da raça labrador e de 45 quilos.
 Ela aprendeu a surfar há 10 anos com o dono, o artesão gaúcho Néri Prux, de 55 anos. Em 1998, quando pegou as primeiras ondas, Cher tinha pouco menos de 1 ano de vida.

Foto: Marcelo Becker/Diário Catarinense/Ag.RBS
Marcelo Becker/Diário Catarinense/Ag.RBS
Ela vai até a praia de carona na motocicleta de seu dono (Foto: Marcelo Becker/Diário Catarinense/Ag.RBS)
Segundo o artesão, a cadela foi trazida de Porto Alegre como forma de suprir a perda da cachorra Lua, que também surfava e praticou o surfe durante um ano, até morrer envenenada.
"Fiquei muito triste. Meu filho me trouxe a Cher e ela pegou a primeira onda de maneira bem inesperada. Eu estava na praia, veio uma onda forte e, para proteger a cachorra, a coloquei em cima da prancha. Ela surfou direitinho até chegar à areia", disse Prux.
Para ir de casa até a praia, o artesão improvisou uma estrutura na moto que lhe permite transportar a prancha e Cher. Ansiosa, a cachorra chega primeiro ao mar e aguarda o companheiro para pegar as melhores ondas.
Sentada e com as patas dianteiras bem colocadas para se equilibrar, Cher desfila na prancha de focinho erguido. Ela se tornou a principal atração da praia e é fotografada por muitos turistas e banhistas da Praia do Rosa.
Para o dono da cachorra, Cher tem estilo. "Os surfistas perdem algumas ondas, se desequilibram e erram algumas manobras. Cher pega todas as ondas e vai com perfeição até a prancha encalhar na areia", disse o artesão.
O único problema, após tanta diversão, é levar a cachorra de volta para casa. Um tanto teimosa, Cher prefere as ondas ao quintal de casa, mas acaba subindo na moto de Prux e encerrando mais um dia de surfe.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Sugestões de nomes para seu filhote de Labrador

Se você está procurando nomes, então você precisa saber que o Retriever do Labrador é conhecido por sua inteligência, afeição calorosa para o homem, a destreza de campo e devoção eterna para qualquer tarefa. Eles têm um temperamento muito delicado. Além de ser cachorros excelentes, eles são freqüentemente usados como cães guia para cegos, farejadores de drogas para a polícia e para a pesquisa e os trabalhos de resgate.
Desejamos que você encontre um nome do cão que você e seu cachorro vão gostar!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Treino de cães-guia vai ganhar normas


Governo Federal e INMETRO finalizam as regras; País têm apenas 70 desses animais

Mariana Mandelli
Caminhar sem bater a cabeça nos orelhões, andar sem tropeçar nos buracos das calçadas e pegar um ônibus sem precisar dar o braço a alguém. Para quem não pode ver os caminhos da cidade - e os obstáculos que eles guardam -, ter um cão-guia é como ganhar novos olhos, braços e pés para enfrentar a metrópole. Apesar da transformação que o animal causa na vida da pessoa com deficiência, conseguir um ainda é muito difícil no Brasil.
Na tentativa de aliviar o atual cenário - o País tem 5,4 milhões de pessoas com perda visual severa e cerca de 70 cães-guia -, políticas públicas começam a surgir no setor. O governo federal e o Inmetro estão finalizando a regulamentação dos centros de treinamento e da prática de treinadores autônomos de cães. A previsão é que o decreto seja consolidado neste semestre. "É a partir desse instrumento que vamos organizar tudo", diz Hélcio Rizzi, coordenador-geral de projetos da Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Em paralelo, a Universidade de São Paulo e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência estão definindo o projeto arquitetônico do prédio que abrigará a escola de instrução de animais e treinadores. Por ano, serão formados 25 instrutores e treinados 30 cães.
Estima-se que existam 12 mil pessoas nas filas de organizações não governamentais e centros de treinamento à espera por um cão. A International Guide Dog Federation, na Inglaterra, recomenda que eles sejam treinados e doados por instituições e escolas. Mas é possível comprá-los fora do país. Também há treinadores autônomos que cobram para instruir os animais.
"Vender um cão é errado, porque normalmente quem necessita de um é quem precisa se virar, trabalhar, e não tem dinheiro para comprá-lo", afirma o treinador Fabiano Pereira, da Escola de Cães-Guia Helen Keller, de Camboriú (SC).
Por causa dos custos elevados - o treinamento e o acompanhamento do animal custam, em média, R$ 25 mil -, os centros vivem de doações e realizam parcerias com empresas, em busca de patrocínio, e escolas estrangeiras. Em razão desses convênios, quem traz um cão dos EUA, por exemplo, se comunica em inglês com o animal no início.
Mesmo com as parcerias, as dificuldades financeiras dessas instituições são grandes. "A situação é precária porque sem recursos é difícil continuar o trabalho", afirma Moisés Vieira Júnior, instrutor do Instituto Iris.[ ]

Encontro
Para se tornar dono de um cão-guia, os interessados devem se inscrever na seleção realizada pelos centros. Não há um número oficial de escolas no Brasil, mas calcula-se que, além dos treinadores autônomos, existam cerca de dez - entre as quais estão o Instituto Iris (SP), Helen Keller, Integra (DF) e Cão-Guia Brasil (RJ).
É recomendável que o candidato seja maior de idade, pois será responsável pela vida do cão, com cuidados que vão da escovação do pelo à vacinação. Após a inscrição, o interessado passa por uma avaliação que considera atividades cotidianas, como trabalhar e usar o transporte público, já que o cão deve ser destinado a pessoas com vida ativa.
Ao receber o cão-guia, a vida da pessoa com deficiência visual ganha níveis de independência e segurança antes nunca experimentados. "Não conseguia sair sozinha da minha casa e ir até o ponto de ônibus", lembra a estatística Katia Marques, de 27 anos, que é guiada por Sam, um labrador amarelo.
A conquista ganha contornos ainda mais especiais para aqueles que se recusavam a usar a bengala. "Tinha horror da bengala, sempre a escondia", lembra o advogado Genival Santos, de 31 anos, que perdeu a visão aos 17. Hoje, ele, que é noivo de Katia, convive com a cadela Layla, de 4 anos. "Com a bengala, as pessoas te olham com pena, porque ela te expõe como deficiente", explica a técnica de vendas Érsea Alves, de 55 anos. "Agora, elas olham para o Toby", conta ela sobre seu labrador de 3 anos.
A dimensão do vínculo afetivo criado entre o dono e o cão-guia, segundo os usuários, é difícil de compreender. "É a forma mais pura de amor. É uma parceria, uma parte de você e um amor de pai para filho", resume o repórter do Estado Lucas de Abreu Maia, que é guiado pela cadela Annie há 6 anos.

Desafios
Quando o adestrador George Harrison, que toca o projeto carioca Cão-Guia Brasil, foi entregar ao dono a cadela Raíssa, o primeiro cão do programa, teve uma surpresa. "Descobri que se tratava de uma comunidade de baixa renda, um espaço geográfico caótico, sem calçada, meio-fio ou asfaltamento." O resultado: teve de treinar novamente Raíssa, que hoje guia o músico Antônio da Silva, de 21 anos.
Além da logística difícil da cidade, os novo usuários ainda têm de se adaptar aos insistentes pedidos de pessoas que querem brincar ou fazer carinho no cachorro - o que não é recomendável, porque o animal não deve se distrair do "trabalho" de guia.
Porém, apesar da curiosidade, muitos enfrentam preconceito. "Já chamei a polícia em um restaurante e fui agredida no metrô por uma mulher que achou um absurdo ter um cão no vagão", diz Daniela Kovacs, de 30 anos, companheira do labrador Basher.